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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Rebanho capixaba contabiliza 64 casos de raiva


Produtores devem ficar em alerta e vacinar seus gadosPor Redação Multimídia ES Hoje (redacao@eshoje.com.br) Foto: Divulgação.
O Espírito Santo já registra 64 casos de raiva no rebanho capixaba, entre ovinos, suínos e eqüinos. A ocorrência, identificada este ano em pelo menos 23 municípios do Estado, alerta para a necessidade de vacinação dos animais.

"Os animais vacinados mantêm a imunidade em nível suficiente para se proteger da doença", alerta Abdo Gomes, presidente do Sindicato Rural de Viana, município que contabiliza quatro casos da doença. Ele ressalta que cabe aos produtores adquirirem a vacina e aplicarem no rebanho. 
  
A imunização exige dos criadores alguns cuidados no transporte, armazenamento e aplicação. Para manter a eficácia, a vacina deve ser conservada em temperatura de 3° a 8° graus e o aplicador deve utilizar luvas para tratar o animal doente, como forma de evitar o contágio. 

A vacinação deve ser feita anualmente em bovinos e equinos com idade igual ou superior a três meses. Animais que receberem a vacina pela primeira vez devem ser vacinados novamente 30 dias após a primeira aplicação. 

Controle - Em caso de qualquer suspeita de raiva no rebanho e de mordidas nos animais por morcegos, os produtores devem procurar o IDAF (Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do ES) e fazer a notificação. A entidade é responsável por fazer o controle da doença por meio do monitoramento dos abrigos dos animais transmissores, da colheita de material e do diagnóstico da raiva.

A doença é cíclica e manifesta-se a cada cinco ou oito anos. "O  que  se  observa  hoje  em  nosso  Estado  é  exatamente  uma  das  fases  deste processo,  com  um  gradativo  aumento  do  número  de  casos  de  raiva, principalmente em bovinos de diferentes municípios capixabas", ressalta Heloísa Helena Monteiro, chefe da seção de epidemiologia e análise de risco do IDAF.

Prejuízos - A doença no rebanho pode acarretar prejuízos aos produtores rurais. Os animais contaminados apresentam apatia, perda de apetite, sensibilidade, prurido na região de mordedura, mugido constante, salivação abundante e viscosa, e dificuldade para engolir.

Aos poucos, o animal passa a apresentar também movimentos desordenados da cabeça, tremor na musculatura e andar cambaleante. A evolução da doença faz com que o animal não consiga mais se levantar, tenha dificuldade respiratória e sofra episódios de asfixia, causando posteriormente a morte.
Números da Raiva no ES
64 é o total de ocorrências no ES
61 casos foram detectados em bovinos
02 casos registrados em equinos 
01 ocorrência em suíno

Municípios com ocorrências de Raiva animal: Afonso Cláudio, Água Doce do Norte, Águia Branca, Aracruz, Baixo Guandú, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Conceição do Castelo, Governador Lindenberg, Ibiraçú, Itapemirim, Itarana, João Neiva, Laranja da Terra, Linhares, Montanha, Muqui, Pancas, Rio Novo do Sul, Santa Teresa, São Gabriel da Palha e Viana. (FONTE/DADOS: IDAF - até 30/08/2010)
Enviado por Prof. Clayton Gitti

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

testeira
Vol. 105(6) - September 2010
Click on link to access pdf of articles.

Protoscolex of Echinococcus granulosus. See pages: 806-810.

CONTENTS
ARTICLES
Immunological and parasitological parameters after treatment with dexamethasone in murineSchistosoma mansoni
- Ibrahim RB Aly, Mohamed A Hendawy, Eman Ali, Eman Hassan, Mona MF Nosseir
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Low and high-dose intradermal infection with Leishmania major and Leishmania amazonensis in C57BL/6 mice
- Denise Fonseca Côrtes, Matheus Batista Heitor Carneiro, Liliane Martins Santos, Talita Correia de Oliveira Souza, Tatiane Uceli Maioli, Ana Luiza C Duz, Maria Letícia Ramos-Jorge, Luis Carlos Crocco Afonso, Claudia Carneiro, Leda Quercia Vieira
[ Pdf ]

The benefits of using selenium in the treatment of Chagas disease: prevention of right ventricle chamber dilatation and reversion of Trypanosoma cruzi-induced acute and chronic cardiomyopathy in mice
- Andréa P de Souza, Linda A Jelicks, Herbert B Tanowitz, Bianca P Olivieri, Monica M Medeiros, Gabriel M Oliveira, Andrea Rodrigues Cordovil Pires, Alessandro M dos Santos, Tania C Araújo-Jorge
[ Pdf ]

Residual effect of a micro-encapsulated formulation of organophosphates and piriproxifen on the mortality of deltamethrin resistant Triatoma infestans populations in rural houses of the Bolivian Chaco region
- Abraham Gemio Alarico, Nahuel Romero, Laura Hernández, Silvia Catalá, David Gorla
[ Pdf ]

IgG and IgM western blot assay for diagnosis of congenital toxoplasmosis
- Anderson S Machado, Gláucia MQ Andrade, José N Januário, Matheus D Fernandes, Ana Carolina AV Carneiro, Mariângela Carneiro, Ericka VM Carellos, Roberta MC Romanelli, Daniel V Vasconcelos-Santos, Ricardo WA Vitor
[ Pdf ]

Phylogeny, ultrastructure, histopathology and prevalence of Myxobolus oliveirai sp. nov., a parasite ofBrycon hilarii (Characidae) in the Pantanal wetland, Brazil
- Tiago Milanin, Jorge C Eiras, Sarah Arana, Antônio AM Maia, Anderson L Alves, Márcia RM Silva, Mateus M Carriero, Paulo S Ceccarelli, Edson A Adriano
[ Pdf ]

Hepatitis B genotype G and high frequency of lamivudine-resistance mutations among human immunodeficiency virus/hepatitis B virus co-infected patients in Brazil
- Adriana Cristina da Silva, Ângela Maria Miranda Spina, Marcílio Figueiredo Lemos, Isabel Takano Oba, Cristina de Fátima Guastini, Michele Soares Gomes-Gouvêa, João Renato Rebello Pinho, Maria Cássia Jacintho Mendes-Correa
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Genotyping of Mycobacterium tuberculosis isolates from a low-endemic setting in northwestern state of Paraná in southern Brazil
- Erika Noda Noguti, Clarice Queico Fujimura Leite, Ana Carolina Malaspina, Adolfo Carlos Barreto Santos, Rosário Dominguez Crespo Hirata, Mario Hiroyuki Hirata, Elsa Massae Mamizuka, Rosilene Fressatti Cardoso
[ Pdf ]

Expression of bacterial virulence factors and cytokines during in vitro macrophage infection by enteroinvasive Escherichia coli and Shigella flexneri: a comparative study
- Silvia Y Bando, Ana CR Moreno, José AT Albuquerque, Juliana MK Amhaz, Carlos A Moreira-Filho, Marina B Martinez
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Description of Sergentomyia (Parrotomyia) rectangulata sp. nov. (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae) from southern India
- Srinivasan Renganathan, Jambulingam Purushothaman
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Detection of Leishmania infantum in naturally infected Lutzomyia longipalpis (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae) and Canis familiaris in Misiones, Argentina: the first report of a RFLP-PCR and sequencing-based confirmation assay
- Soraya Alejandra Acardi, Domingo Javier Liotta, María Soledad Santini, Carlo Mariano Romagosa, Oscar Daniel Salomón
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Socioepidemiological screening of serologically ineligible blood donors due to Chagas disease for the definition of inconclusive cases
- Márcia M Ferreira-Silva, Gilberto A Pereira, Eliane Lages-Silva, Helio Moraes-Souza
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Molecular characterization of Echinococcus granulosus from Peru by sequencing of the mitochondrial cytochrome C oxidase subunit 1 gene
- Elizabeth Sánchez, Omar Cáceres, César Náquira, David Garcia, Gladys Patiño, Herrera Silvia, Aline C Volotão, Octavio Fernandes
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Immune response to Leishmania (Leishmania) chagasi infection is reduced in malnourished BALB/c mice
- Tiago Donatelli Serafim, Guilherme Malafaia, Marcelo Eustáquio Silva, Maria Lúcia Pedrosa, Simone Aparecida Rezende
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Antigenic extracts of Leishmania braziliensis and Leishmania amazonensis associated with saponin partially protects BALB/c mice against Leishmania chagasi infection by suppressing IL-10 and IL-4 production
- Rafaella FQ Grenfell, Eduardo A Marques-da-Silva, Miriam C Souza-Testasicca, Eduardo AF Coelho, Ana Paula Fernandes, Luís Carlos C Afonso, Simone A Rezende
[ Pdf ]

Nested PCR to detect and distinguish the sympatric filarial species Onchocerca volvulus, Mansonella ozzardi and Mansonella perstans in the Amazon Region
- Thuy-Huong Ta Tang, Rogelio López-Vélez, Marta Lanza, Anthony John Shelley, Jose Miguel Rubio, Sérgio Luiz Bessa Luz
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SHORT COMMUNICATIONS
Serologic evidence of the recent circulation of Saint Louis encephalitis virus and high prevalence of equine encephalitis viruses in horses in the Nhecolândia sub-region in South Pantanal, Central-West Brazil
- Alex Pauvolid-Corrêa, Fernando Neto Tavares, Eliane Veiga da Costa, Fernanda Marcicano Burlandy, Michele Murta, Aiesca Oliveira Pellegrin, Márcia Furlan Nogueira, Edson Elias da Silva
[ Pdf ]

Differential tissue tropism of Trypanosoma cruzi strains: an in vitro study
- Luciana O Andrade, Lúcia MC Galvão, Maria de Nazareth SL Meirelles, Egler Chiari, Sergio DJ Pena, Andrea M Macedo
[ Pdf ]

High prevalence of drug-resistant tuberculosis and other mycobacteria among HIV-infected patients in Brazil: a systematic review
- Ricardo H Bammann, Liliana A Zamarioli, Valdir S Pinto, Carla MP Vázquez, Marcelo N Litvoc, Giselle B Klautau, Fernando A Fiúza de Melo, Nilton J Cavalcante, Lucilaine Ferrazoli
[ Pdf ]

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Inscrições para o mestrado em saúde pública da Fiocruz PE


Estão abertas a partir da próxima segunda-feira (27), as inscrições para o mestrado acadêmico em saúde pública da Fiocruz Pernambuco, no site da Plataforma SIGA (www.sigass.fiocruz.br), link inscrições - Saúde Pública CPqAM. Serão oferecidas 20 vagas. A seleção será composta de quatro etapas: prova de inglês, de conhecimento específico, entrevista e análise de currículo/anteprojeto.
Já as inscrições para o doutorado estarão abertas de 4 de outubro a 3 de novembro e serão disponibilizadas 15 vagas. Mais informações sobre os processos seletivos estão disponíveis no site www.cpqam.fiocruz.br e pelos telefones (81) 2101.2625 e 2101.2611

Listeriose em ovinos e caprinos

André Maciel Crespilho - Médico Veterinário, Doutorando do Depto. de Reprodução Animal e Radiologia Veterinária da FMVZ - UNESP, Botucatu/SP
Carmo Emanuel Almeida Biscarde - Mestrando Departamento de Reprodução Animal e Radiologia Veterinária, FMVZ-UNESP, Botucatu/SP
Vitor Santiago de Carvalho - Mestrando em Ciência Animal nos Trópicos - UFBA

A listeriose é uma enfermidade infecciosa que acomete diversas espécies animais, sendo considerada uma zoonose, pois além dos animais domésticos a doença também pode ser transmitida aos seres humanos.

As bactérias da espécie Listeria correspondem ao agente causador da doença. Segundo Schild (2001) esses microorganismos encontram-se largamente distribuídos na natureza, podendo ser encontrados no solo, plantas, silagem, aguadas, paredes e pisos de instalações, podendo ser isolados inclusive das fezes e secreções nasais de animais doentes e sadios. Em virtude do caráter infeccioso e da susceptibilidade de ovinos e caprinos à doença, o objetivo dessa revisão é abordar os principais aspectos relacionados a epidemiologia, diagnóstico e prevenção da listeriose em pequenos ruminantes.

A doença

A listeriose afeta várias espécies animais, induzindo três formas de manifestação clínica, segundo Rissi et al., (2006) e Schild (2001):

1 - septicemia ou infecção generalizada manifestada pela formação de abscessos em vísceras como fígado e baço, comumente observada em ruminantes, suínos, coelhos e aves recém-nascidas;

2 - aborto, metrite e placentite que ocorrem em bovinos e ovinos;

3 - doença neurológica caracterizada como meningoencefalite, principalmente observada em ovinos, caprinos e bovinos. Geralmente, em caso de surto, apenas uma dessas três formas clínicas se manifesta no rebanho.

A listeriose é causada principalmente pelas bactérias L. monocytogenes e L. ivanovii (esta em menor frequência) em ovinos e caprinos (Figura 1). Segundo Ryser & Marth (2007), os ovinos apresentam uma susc eptibilidade 34% maior para a listeriose em relação aos bovinos, evidenciando uma maior suscetibilidade dessa espécie à doença.

A incidência da enfermidade pode ser considerada baixa e esporádica, sobretudo em condições nacionais. Em estudo recente, identificou- se a listeriose como agente causador de cerca de 6% dos casos de doença neurológica em ovinos e caprinos do semi-árido brasileiro (GUEDES et al., 2007).
Epidemiologia e fatores predisponentes

A listeriose é uma doença de ocorrência mundial, especialmente em países de clima temperado. Segundo revisões de Rissi et al., (2006), a doença se manifesta nos animais principalmente nos meses de inverno e início da primavera em associação ao consumo de silagem. A silagem de má qualidade (sobretudo àquelas onde ocorreu pouca fermentação, favorecendo a manutenção do pH acima de 5,5, situação comum na silagem da superfície ou borda dos silos onde frequentemente ocorre deterioração aeróbia) fornecem condições ideais para o crescimento e manutenção da Listeria (RADOSTITIS et al., 2002; SCHILD, 2001), favorecendo a disseminação da doença.

Outros fatores nutricionais como a utilização de cama de frango para a nutrição animal (proibida em todo o território nacional em virtude dos riscos de transmissão de encefalopatias aos animais) também predispõe a ocorrência dos surtos da doença. No entanto, a ampla difusão ambiental frequentemente dificulta o diagnóstico e a clara identificação de um determinado surto, devendo-se considerar outras fontes de contaminação além do consumo de silagem.

A infecção por Listeria acontece no momento da ingestão dos alimentos contaminados, quando frequentemente ocorrem pequenos traumatismos na mucosa da boca e da faringe (orofaringe) ou através da penetração direta pelas células intestinais. Quando a infecção ocorre via orofaringe observa-se uma penetração bacteriana ascendente através de nervos (via bainha neu ral das terminações nervosas do nervo trigêmeo) que conduzem o microorganismo até o cérebro, causando os sinais clínicos de incoordenação motora, andar em círculos, desvio lateral de cabeça (torcicolo) e do corpo, paralisia facial (caída de orelha e pálpebra superior), flacidez do lábio superior que evolui para a dificuldade de apreensão e mastigação dos alimentos (SCHILD, 2001). A morte geralmente ocorre após uma a duas semanas do início das manifestações clínicas (Figura 2).

Por outro lado, quando a penetração bacteriana ocorre pela via intestinal, além dos sinais neurológicos (desenvolvimento da meningoencefalite pela chegada de bactérias através do sistema sanguíneo) pode ocorrer o aborto no terço final de gestação provocado por edema seguido de necrose placentária após proliferação uterina, além da possibilidade de infecção generalizada (septicemia) , com a formação de abscessos em órgãos como baço, fígado, rins e co ração. A listeriose também pode ocasionar mastite clínica e subclínica que geralmente se manifestam em um único quarto do úbere e caracterizam- se, frequentemente, pela baixa responsividade ao tratamento.

Diagnóstico e controle da doença

O diagnóstico da doença é feito pela observação dos sinais clínicos e pela realização de exames laboratoriais de sorologia (pouco sensíveis) ou isolamento dos microorganismos a partir de amostras de fluido espinal, sangue, tecido nervoso, baço, fígado, fluido do abomaso e mecônio dos animais suspeitos.

O tratamento da listeriose é realizado através do uso de antibióticos como tetraciclina ou penicilina, sendo que a Listeria monocytogenes também apresenta susceptibilidade a sulfonamida- trimetropim, ceftiofur e eritromicina. No entanto, a terapêutica geralmente não impede a morte dos animais acometidos já que a Listeria consegue se "esconder" das dro gas no interior de outras células do organismo, especialmente no interior do sistema nervoso central (REBHUN et al., 2000).

Frente às dificuldades de tratamento, destaca-se a prevenção como principal medida de controle da doença. Boas práticas de manejo como a limpeza de instalações e de cochos, correta vedação e compactação de silos, oferecimento de silagem de boa qualidade realizando-se a adaptação prévia dos animais antes da introdução da silagem na dieta, representam as principais ações de combate a listeriose.

Em função do potencial zoonótico da doença, preconiza-se a pasteurização do leite previamente ao consumo ou processamento em derivados (representam a principal fonte de infecção para o homem) como a principal medida para a prevenção da listeriose humana (PINTADO et al.,2009).

Referências bibliográficas

BRUGERE-PICOUX, J. Ovine listeriosis, Small Ruminant Research, v.76, p.1 2-20, 2008

D'ARCE, R. Listeriose, Palestra, Encontro de Clínica de Ruminantes da Faculdade Jaguariúna, 2006.

GUEDES, K.M.R., RIET-CORREA, F., DANTAS, A.F.M. et al. Doenças do sistema nervosa central em caprinos e ovinos no semi-árido. Pesquisa Veterinária Brasileira, v.27, n.1, p.29-38, 2007.

LOW, J.C., DONACHIE, W. A review of Listeria monocytogenes and listeriosis. Veterinary Journal, v.153, p.9-29, 1997.

PINTADO, C.M.B.S., GRANT, K. A., HALFORD-MAW, R., et al. Association between a case study of asymptomatic ovine listerial mastitis and the contamination of soft cheese and cheese processing environment with Listeria monocytogenes in Portugal. Foodborne Pathogens and Disease, v.6, n.5. p.560-575, 2009.

RADOSTITS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C. et al. Doenças Causadas por Algas e Fungos. In:___. Clínica Veterinária - Um tratado de doenças dos bovinos, ovinos, suínos, caprinos e equinos. 9 .ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. v.1, p.661-665, 2002.

REBHUN, W.C.; GUARD, C.; RICHARDS, M. Doenças do Gado Leiteiro. 1 ed. São Paulo: Roca, 2000, p.505-509.

RISSI, D.R., RECH, R.R., BARROS, R.R. et al. Forma nervosa da listeriose em caprinos. Pesquisa Veterinária Brasileira, v.26, n.1, p.14-20, 2006.

RYSER, E. T.; MARTH. E. H. Listeriosis in animals. In: ______ Listeria, listeriosis, and food safety. 3.ed. Boca Raton: Flórida, p.55-84, 2007.

SCHILD, A.L. Listeriose. In:___ RIET-CORREA, F.; SHILD, A.L.; MÉNDEZ, M.C.; LEMOS, R.A.A. Doenças de Ruminantes e Equinos. São Paulo: Varela, 2001. p.288-292.

SCOTT, P.R. Listeriose. In: ____ Manual Merck de Veterinária. 8.ed. São Paulo: Roca, p.392-394, 2001.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

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