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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Pesquisa propõe exploração sustentável da biodiversidade marinha


     
          Várias espécies de corais, algas e esponjas podem
          ser prejudicadas por uma exploração indiscriminada
A alga vermelha (Laurencia dendroidea), encontrada em vários pontos da costa brasileira, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, pode vir a ser uma grande fonte de matéria-prima para a indústria farmacêutica. Tem múltiplas aplicações, já que reúne substâncias com atividade anticancerígena, outras com potencial antileishmania e até contra o Trypanosoma cruzi. Mas como garantir que essa alga, que tem menos de 10cm, seja empregada em larga escala sem prejuízo para a espécie? Para o biólogo Renato Crespo Pereira, da Universidade Federal Fluminense (UFF), uma alternativa é a genética. Mais precisamente o estudo do gene responsável, ou genes, pela produção dessas substâncias. A partir daí, como explica a pesquisador, se pode traçar um caminho para a produção em larga escala das substâncias de interesse, sem a necessidade de comprometer as populações naturais desse tipo de alga.
Para Crespo – que recebeu recursos para seu trabalho do edital Pensa Rio, da FAPERJ – a exploração de organismos marinhos leva a uma ponderação de que não se pode fugir: em geral, trata-se de organismos pequenos, com pouca biomassa, o que exigiria a coleta de grandes volumes das espécies. "A exploração dos bancos naturais não é um bom caminho, uma vez que, devido a seu pequeno porte e lento crescimento, esses organismos muitas vezes não têm capacidade de suprir uma demanda de mercado", fala o pesquisador.
A proposta de Crespo é bem mais viável. Trata-se de aproveitar as substâncias já descritas em estudos e apontadas como promissoras para a aplicação comercial. A partir daí, identificar, em laboratório, os genes responsáveis por sua produção, introduzi-lo em uma bactéria e cultivá-la para obter as moléculas de interesse. Com isso, se consegue replicar a substância desejada em escala necessária às demandas comerciais. É o caminho que Crespo traça em seu laboratório com a alga vermelha. Além das aplicações na indústria farmacêutica, ela ainda pode servir como matéria-prima para a produção de tinta, por apresentar pequenas moléculas com atividade anti-incrustante, o que pode ser de interesse para a produção de materiais na indústria naval, dutos submarinos e tintas, por exemplo.
"Isso é fácil de entender. Em seu ambiente, um organismo marinho é submetido a pressões semelhantes às de um navio, com outros organismos procurando colonizá-lo. Para defender-se, ele desenvolve mecanismos, como a produção de substâncias anti-incrustantes. Por isso, a probabilidade de encontrarmos moléculas com esse tipo de atividade é bem maior", fala Crespo. Apesar de suas pesquisas ainda estarem no começo, o pesquisador se mostra confiante dos resultados. "Estamos certos de que serão bastante promissores", afirma.
 
  
  Certos organismos marinhos produzem substâncias para
  sua defesa, que podem ter interesse para o uso industrial
    
O mesmo processo também pode ser empregado em plantas. Com a identificação genética, se pode produzir o princípio ativo até mesmo de espécies em extinção. "O taxol é uma substância anticancerígena extraída da folha e casca de um tipo de árvore que acabou extinta em várias partes do mundo. Podemos usar o mesmo processo para pesquisar o gene responsável e voltar a produzi-la. O que já vem acontecendo e foi publicado recentemente na revista científica Science.”  
Crespo segue um raciocínio semelhante ao da pesquisadora Letícia Lotufo, da Universidade Federal do Ceará (UFC), que resolveu trilhar uma rota inversa ao habitual: está cultivando microorganismos marinhos que contém ativos com potencial farmacológico para estudar sua reprodução em larga escala. "Num segundo momento, se as moléculas encontradas mostrarem atividade promissora, ela já sabe como desenvolvê-la em grandes quantidades. É um trabalho único", elogia Crespo.
Do outro lado da moeda, o pesquisador se pergunta quantos trabalhos terminaram engavetados por absoluta inviabilidade econômica. "A halicondrina B, um composto anticancerígeno extraído de esponjas marinhas, exige a coleta de uma tonelada para se conseguir apenas 350 miligramas da substância. Logo, uma exploração mal planejada pode comprometer populações de uma determinada espécie ou mesmo levá-las à extinção, como já aconteceu com certas esponjas na costa européia. Isso pode ocorrer seja por conta da pesquisa científica, seja pelo uso farmacológico", lamenta o pesquisador." E acrescenta: "O Brasil, que é um país onde os estudos sobre a biodiversidade marinha estão apenas começando, não pode seguir esse modelo que vem se mostrando inviável."
No caso de substâncias com origem em organismos marinhos, a própria síntese muitas vezes é complicada, já que algumas delas são bastante complexas e podem exigir um processo em várias etapas, o que leva tempo e encarece o produto final. "Muitas vezes, o caminho genético será bem mais fácil do que a síntese em laboratório. Com certas moléculas mais complexas, por exemplo, não se poderá contar, em laboratório, com o aparato enzimático de um organismo vivo. Casos em que a síntese terminará exigindo um processo mais longo. Será mais um fator que dificultará sua aplicação comercial", compara Crespo.
Questões que precisam ser avaliadas até mesmo antes de se dar início a determinadas pesquisas. "Diante de uma alga, esponja, ou de qualquer organismo marinho com ocorrência restrita, devemos nos perguntar se vale a pena estudá-lo só para depois constatar que ele não existe em quantidade suficiente para uso comercial", indaga.
Para Crespo, uma outra forma de fazer avançar a exploração da biodiversidade marinha no país seria um programa nacional de estudos que unisse os químicos das diversas universidades num trabalho em rede para processar a síntese de moléculas já descritas como de potencial farmacêutico. "Já existe uma mapeamento dessas substâncias. Podemos utilizar a literatura internacional e pesquisar o que tivermos no país com características semelhantes", argumenta o biólogo. Para Crespo, pensar os rumos da exploração da biodiversidade, seja marinha ou mesmo terrestre, não é uma questão de pessimismo. "É, na verdade, uma realidade sobre a qual precisamos refletir. Temos que pensar qual será o caminho mais apropriado para essas pesquisas no Brasil", conclui.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010


Ano IV - No. 151 - 05 de novembro de 2010 
Novas regras  
CFMV teme o consumo de antibióticos veterinários por humanos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu a Resolução no. 44, de 26 de outubro de 2010, que dispõe sobre o controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição médica, isoladas ou em associação. A medida é muito positiva, porém, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) teme que, de forma irresponsável, aumentem-se os casos de humanos intoxicados por medicamentos veterinários.

De acordo com a Resolução da Anvisa, estão estabelecidos critérios de embalagem, rotulagem, dispensação e controle de medicamentos destinados à humanos. Dentre as principais determinações do documento está a obrigatoriedade de receituário de controle especial, sendo que uma das vias deve ficar retida na farmácia.

O CFMV acompanhou, durante o ano, o desenvolvimento desse projeto e alertou a Anvisa para a necessidade de maior amadurecimento da proposta. Preocupado com a saúde pública, o CFMV teme que as pessoas passem a buscar medicamentos similares em farmácias veterinárias. Diferente dos medicamentos humanos, os produtos veterinários estão sob responsabilidade do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) que ainda não apresenta um sistema equivalente de controle como o que há na Anvisa (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados - SNGPC). 

O consumo de medicamentos veterinários por humanos é errado, mas já ocorre em outras categorias de produtos devido aos hábitos de automedicação da população. “A compra de produtos veterinários por humanos para fins terapêuticos seria desastrosa. Os produtos apresentam diferenças devido à farmacocinética, ou seja, os processos relacionados à ingestão do produto por um organismo. Essas diferenças devem-se às espécies para os quais eles são fabricados”, explica a especialista em farmacologia Silvana Lima Górniak, da Universidade de São Paulo e representante do CFMV para o tema.

De acordo com Benedito Fortes de Arruda, Presidente do CFMV, este Conselho, há mais de 15 anos, propôs ao Mapa a exigência da comercialização de medicamentos veterinários mediante receita. O CFMV também elaborou uma minuta que estabelece as regras e a lista de medicamentos e ofereceu ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. “Passam-se os anos e nenhuma decisão foi tomada. Novamente o assunto foi apresentado ao atual chefe de gabinete do Secretario de Defesa Agropecuária do Mapa”, informou Arruda.

Ele lembra que as essas medidas teriam por objetivo proteger a população, racionalizar o uso de medicamentos veterinários e, indiretamente, proteger os interesses comerciais do País. Recentemente, pela identificação de resíduo de medicamentos no produto, a credibilidade da carne bovina exportada foi questionada.

Assessoria de Comunicação CFMV

CNSA I
Palestras sobre saúde ambiental debate temas variados no MT

As apresentações sobre o papel do Médico Veterinário na saúde ambiental, desta vez, foram realizadas em Cuiabá, MT, no último dia 29 de outubro. Com o maior público presente até o momento, cerca de 120 pessoas, o evento foi realizado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e contou com apoio do CRMV-MT. O Ciclo de Palestras repete-se em diversos Estados do Brasil para a difusão do tema e coleta de informações sobre as realidades locais.

Dentre as apresentações, os participantes levantaram a preocupação com a disposição dos resíduos sólidos das clínicas, hospitais e consultórios veterinários. Eles também ressaltaram a falta de conscientização para o correto destino dos corpos de animais domésticos após a morte.

Também se evidenciou a importância de que os Médicos Veterinários orientem os produtores rurais e a população sobre o uso da área, para que se evitem conflitos com os animais nativos do Pantanal.

Assessoria de Comunicação CFMV

CNSA II
No MS palestras discutem impactos da produção pecuária no meio ambiente

Em Campo Grande, MS, os Médicos Veterinários estão preocupados com os impactos ambientais da produção pecuária, especialmente pelas demandas de frigoríficos e matadouros. O evento, realizado em 22 de outubro, fez parte do Ciclo de Palestras organizado pela Comissão Nacional de Saúde Ambiental (CNSA) do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e contou com apoio do CRMV-MS.

De acordo com a Presidente da CNSA, Cláudia Scholten, “como nesse Estado a principal vocação é a pecuária, discutimos as variadas responsabilidades ambientais das empresas que atuam no setor”. Como exemplo ela citou o tratamento de esgoto; a orientação técnica para o licenciamento ambiental; o destino de resíduos, entre outros.

Os participantes também evidenciaram a importância da sensibilização de coordenadores e docentes dos Cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia para a saúde ambiental. De acordo com Luciano Menezes Ferreira, membro da CNSA, a conscientização dos responsáveis favoreceria o tratamento dos assuntos ambientais em disciplinas específicas ou correlatas à formação desses graduandos.

Assessoria de Comunicação CFMV

Agende-se  Sistema CFMV/CRMVs promove Fórum sobre Leishmaniose Visceral

Com objetivo de incentivar a discussão entre os Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs sobre os avanços científicos e as diferentes opiniões sobre a Leishmaniose Visceral, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) promove o I fórum sobre o tema. O evento será realizado nos dias 22 e 23 de novembro em Brasília, DF. A participação é restrita aos Presidentes de Conselhos do Sistema CFMV/CRMVs e convidados. Os interessados poderão acompanhar as discussões pela internet, em transmissão on line, em www.cfmv.org.br.

Na programação estão previstas palestras para contextualização sobre a Leishmaniose Visceral nas Américas e Caribe e os desafios e expectativas do Brasil. Sobre temas técnicos serão apresentadas formas de manejo e controle do vetor e apresentação de casos sobre a difusão da doença. No segundo dia, serão discutidas informações sobre o diagnóstico, vacina, tratamento e aspectos legais nas ações de vigilância e controle do Programa de Leishmaniose Visceral Canina.

Assessoria de Comunicação CFMV

Parabéns! Em 29 anos o Conesco formou mais de três mil 
técnicos em educação continuada sanitária


O Colégio Nacional de Educação Sanitária e Comunicação para Saúde (Conesco) comemorou, no dia 27 de outubro, 29 anos de existência. A entidade tem por finalidade assessorar e colaborar com entidades técnicas, científicas, culturais e educacionais (nacionais e internacionais) que executem trabalhos de educação sanitária. O Conesco não tem fins lucrativos e congrega médicos veterinários, engenheiros agrônomos, comunicadores, ambientalistas, pedagogos, biólogos, médicos e demais profissionais especializados ou vinculados à educação sanitária e comunicação para saúde.

Desde a sua criação, em 27 de outubro de 1981, já capacitou mais de três mil técnicos em todo o Brasil e, em 2006 , participou da elaboração do Programa Nacional de Educação Sanitária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que resultou no PROESA, em 2008.

O fiscal federal agropecuário do Mapa, Ailton Santos Silva, Presidente nacional e sócio-fundador do Conesco, destaca a necessidade de valorizar a educação sanitária no País nas instâncias federal, estadual e municipal. “É necessária a participação da população e de suas lideranças técnicas e políticas neste processo, o que exige a exata compreensão do papel estratégico da educação sanitária e de sua repercussão no âmbito econômico, social, ecológico e cultural”, comentou. O Presidente da entidade afirmou ainda que a educação sanitária não deve ser confundida com as campanhas sazonais.

Informações da Conesco adaptado
por Assessoria de Comunicacão CFMV

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MONITORAR
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  Próximos eventos: 
- Congresso Internacional de Endocrinologia Veterinária - 18 a 20 de novembro (Búzios, RJ)




Ano IV - No. 150 - 29 de outubro de 2010

  Evento 

Sistema CFMV/CRMVs discutirá a Leishmaniose Visceral

Com o objetivo de incentivar a discussão entre os Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs sobre os avanços científicos e as diferentes opiniões sobre a Leishmaniose Visceral, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) promove um fórum sobre o tema. O evento será realizado nos dias 22 e 23 de novembro em Brasília, DF. A participação é restrita aos Presidentes de Conselhos do Sistema CFMV/CRMVs e convidados. Os interessados poderão acompanhar as discussões pela internet, em transmissão on line.
“Queremos discutir a situação atual da Leishmaniose Visceral com exemplos do Brasil e do mundo. As palestras irão apresentar diferentes pontos de vista sobre o tratamento, controle vetorial, diagnóstico entre outros para que o Sistema CFMV/CRMVs possa, ao final, discutir, com embasamento científico, seu posicionamento sobre esta doença e suas implicações”, afirmou o Presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda sobre a motivação para organizar o Fórum.
Ele ressalta a importância da participação dos Presidentes de Conselhos Regionais de Medicina Veterinária para que tragam a realidade regional, como também dos convidados que representam o Ministério da Saúde, Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Organização Pan-Americana da Saúde, Anclivepa Brasil, Ministério Público, Polícia Federal, Anvisa entre outros. “Será de extrema importância que todas as organizações convidadas participem para que possamos juntos entender os novos resultados e discutir as ações para o controle da Leishmaniose Visceral Canina”, conclui Arruda.
Na programação estão previstas palestras para contextualização sobre a Leishmaniose Visceral nas Américas e Caribe e os desafios e expectativas do Brasil. Sobre temas técnicos serão apresentadas formas de manejo e controle do vetor e apresentação de casos sobre a difusão da doença. No segundo dia, serão discutidas informações sobre o diagnóstico, vacina, tratamento e aspectos legais nas ações de vigilância e controle do Programa de Leishmaniose Visceral Canina.
Assessoria de Comunicação CFMV

 África  

CFMV participa de Congresso Internacional de Medicina Veterinária em Língua Portuguesa

O XII Congresso Internacional de Medicina Veterinária em Língua Portuguesa reuniu em Huambo, em Angola, África os representantes da Medicina Veterinária de treze países. Durante os dias 19 a 21 de outubro, os países Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste estiveram representados e discutiram temas da Medicina Veterinária comuns a estes.
Dentre as apresentações, o Presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda, abordou os desafios da Medicina Veterinária no Brasil. O cronograma contou ainda com mais de 80 comunicações, palestras e conferências nas áreas de sanidade e produção animal; saúde pública, cooperação entre veterinários e entre as instituições veterinárias da Comunidade dos Países de Lingua Portuguesa (CPLP).
Paralelamente ao Congresso foi realizada uma feira com 15 empresas comerciais, principalmente relacionadas ao setor de medicamentos, equipamentos e material veterinário. O Congresso também homenageou profissionais atuantes na Medicina Veterinária local.
Assessoria de Comunicação CFMV


  Saúde Ambiental  

Em São Paulo a maior preocupação está no destino de resíduos

Com público majoritariamente da Grande São Paulo, a Comissão Nacional de Saúde Ambiental (CNSA) do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) percebeu o interesse por ações que possam contribuir para diminuir o impacto ambiental gerado pelos grandes centros do País. Como parte do ciclo de palestras realizadas pelo Brasil, a CNSA esteve em São Paulo, no dia 15 de outubro e, reuniu um público de 50 Médicos Veterinários em evento do CFMV apoiado pelo CRMV-SP.
Um dos assuntos mais discutidos foi a produção de “agrogases”, principalmente, o metano proveniente dos animais de produção, informou Cláudia Scholten (foto), Presidente da CNSA. Os presentes se mostraram interessados nas informações sobre o impacto desse gás na destruição da camada de ozônio. Para os proprietários de Clínicas e Pet Shops chamaram a atenção os exemplos práticos para o destino de resíduos, principalmente os pêlos de animais e a reutilização de água.
Para a produção de alimentos, com palestra de Maria Auxiliadora Luna, membro da CNSA, os participantes questionaram informações sobre a perícia veterinária. Os presentes debateram também o papel do Médico Veterinário na produção orgânica.
O Ciclo de Palestras sobre a inserção o papel do Médico Veterinário na Saúde Ambiental se apresentará, em novembro e dezembro, em Pernambuco, Piauí, Amapá e Rondônia. Mais informações nos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária.
Assessoria de Comunicação CFMV
   
Acomícias da Mídia no Portal CFMV 

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Aftosa acirra concorrência entre laboratórios
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Mundo vai ter 30 mil genomas decifrados até o fim de 2011
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SUINOS
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GRADUAÇÃO
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PERIGO
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  Próximos eventos: 

- Congresso Internacional de Endocrinologia Veterinária - 18 a 20 de novembro (Búzios, RJ)

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