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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

BOLETIM INFORMATIVO ABRASCO



ABRASCO na Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde

O Presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini e a vice-presidente, Lígia Bahia, estarão representando a Associação durante a Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde, de 19 a 21 de outubro no Rio de Janeiro. A abertura será realizada hoje, às 14h, e contará com a presença da Diretora Geral da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan, e do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A Conferência reunirá os representantes de mais de 100 países para debater estratégias e metodologias e assumir o compromisso coletivo de combate às iniquidades em saúde, através da ação sobre seus determinantes sociais. O evento será tansmitido na íntegra, via internet, pelo Canal Saúde, com áudio em  português, espanhol, inglês e francês. Confira a programação e documentos de referência no site da Conferência e acompanhe as apresentações acessando o link http://www.canal.fiocruz.br/determinantes/.


Presidente da ABRASCO participa da Oficina Internacional do projeto ELSI-Brasil

Foto: Daniel CheddarO presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, participou da Oficina Internacional do Projeto Estudo Longitudinal de Saúde e Bem-estar dos idosos" (Elsi-Brasil), realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Rio de Janeiro. No segundo dia do encontro Facchini fez a apresentação “Uso dos Serviços de Saúde entre os Brasileiros da Terceira Idade” e na parte da tarde participou do debate sobre a implementação do projeto. O Elsi-Brasil é um estudo de corte nacional para verificar os determinantes, a longo prazo, das condições de saúde e bem-estar da população idosa e será parte de um consórcio internacional do qual também participam Estados Unidos, Inglaterra, China, Índia e países europeus. Também participaram do evento: Paulo Gadelha (Presidente da Fundação Oswaldo Cruz), Ana Luiza D´Ávila (Decit/MS), Michael Marmot (University College London), James Smith (RAND Corporation), Axel Borsch-Supan (University of Mannheim), Yaohui Zhao (Peking University), James Macinko (New York University), entre outros. Confira a programação aqui.


E se fosse sua mãe?

Ligia Bahia, vice-presidente da ABRASCO e professora de Economia da Saúde no Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC/UFRJ), publicou o artigo "E se fosse sua mãe?", no Jornal O Globo, no dia 17 de outubro. Nesta oportunidade Lígia aponta que apesar da ênfase dada à correção dos problemas financeiros e de gestão do SUS, questões como a humanização e qualidade da assistência prestada não podem ficar de lado. Para Lígia, "por mais que se desenhe um futuro no qual a mercantilização da saúde se imponha é improvável que alguém queira ser tratado em uma cabine virtual como um e-patient. Até o momento, as relações pessoais nas ações de saúde não caíram em desuso, e, sem pretensão, humanizam a inovação tecnológica e a gestão. A saúde tem problemas de gestão, de financiamento e políticos. A pompa com que se apresenta apenas um deles não pode servir para disfarçar a realidade e mesmo a verdade. Os que dizem que tudo pode ser solucionado com a correção de falhas na gestão, desde um posto de observação externo à saúde, sequer as reconhecem", afirma Lígia. Confira o artigo na íntegra.


Presidente da ABRASCO participa do Congresso SEE-SESPAS 2011 na Espanha

O presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, esteve na Espanha, de 06 a 08 de outubro, representando a Associação na I Reunião das Sociedades Ibero-americanas de Epidemiologia e Saúde Pública e no Congreso da Sociedade Espanhola de Epidemiologia e Sociedade Espanhola de Saúde Pública e Administração Sanitária (SEE-SESPAS) 2011. O convite foi feito com o objetivo de fortalecer a integração com o intercâmbio de experiências, pesquisa epidemiológica e de saúde pública em ibero-américa, criando uma agenda de atividades anuais e trabalhando na proposta de organizar, a médio prazo, um congresso conjunto. O abrasquiano Cesar Victora, presidente da Associação Internacional de Epidemiologia (IEA), proferiu a Conferência Inaugural "Equidade e Saúde nos objetivos do milênio". Com o tema "Saúde e equidade em todas as políticas", os organizadores do Congresso SEE-SESPAS enfatizaram a necessidade de aprofundar o conhecimento sobre os fatores políticos e sociais que fazem com que a probabilidade de estar saudável seja muito maior para alguns indivíduos ou grupos do que para outros integrantes da mesma sociedade. O evento promoveu uma reflexão sobre as características do sistema e dos serviços sanitários que mais influem na equidade na saúde e afetam as políticas de forma a que sejam mais efetivas na redução na iniquidade e na melhoria da saúde da população.


35a. Reunião da Comissão Intersetorial de Ciência e Tecnologia do CNS

Os vice-presidentes da ABRASCO, Lígia Bahia e Luis Eugênio Portela, participara da 35a. reunião da Comissão Intersetorial de Ciência e Tecnologia do Conselho Nacional de Saúde (CICT/CNS), realizada no dia 07 de outubro em Brasília. A pauta abordou a reestruturação da Comissão, a revisão de seu plano de trabalho e a realização da III Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (CNCTIS), em novembro de 2012. O evento terá como principais objetivos: avaliar resultados da II Conferência; aprofundar pontos prioritários em CT & I em Saúde em sintonia com a agenda de prioridades do CNS; Revisar a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde e; fortalecer a participação do controle social na avaliação de tecnologias em saúde. A CICT/CNS foi criada em 1991 com a finalidade articular o Sistema Único de Saúde, as instituições responsáveis pela formação dos cientistas e pela produção do conhecimento científico, as agências governamentais responsáveis pelo financiamento da pesquisa, o setor produtivo de tecnologias e insumos para a saúde, e, os representantes da sociedade civil, para a formulação das diretrizes e princípios da política nacional de ciência e tecnologia em saúde, visando a definição de prioridades e estabelecimento de mecanismos de avaliação e controle social a serem propostos ao Plenário do Conselho Nacional de Saúde, órgão responsável pela formulação da política nacional de saúde e pelo controle social no SUS. A próxima reunião da Comissão está marcada para o dia 03 de fevereiro de 2012.


II Seminário da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS)
A conselheira da ABRASCO, Mariângela Cherchiglia, e a pesquisadora da ENSP/Fiocruz, Maria do Carmo Leal, representaram a ABRASCO durante o II Seminário da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizado nos dias 6 e 7 de outubro, em Brasília. O evento teve como objetivo apresentar a Pesquisa e colocar em pauta as atualizações, conquistas e desafios do projeto, discutir o plano amostral, os indicadores, o acesso e o processo de consolidação do questionário, entre outros temas. Clique nos links a seguir para conferir a programação do seminário, ver o documento encaminhado pela ABRASCO em setembro ao Secretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Dr. Jarbas Barbosa, com o posicionamento da Diretoria da ABRASCO sobre o Suplemento Nacional de Saúde da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e a PNS e a edição de setembro da Revista Ciência & Saúde Coletiva dedicada à PNAD.


III Fórum Nacional de Políticas de Saúde

O III Fórum Nacional de Políticas de Saúde no Brasil foi realizado, no dia 06 de outubro, no Auditório do Interlegis do Senado Federal. O evento, organizado pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável e coordenado pela Agência Íntegra Brasil, colocou em pauta temas como: o cenário atual das políticas de saúde no Brasil, gestão e financiamento do SUS, políticas públicas de envelhecimento, o enfrentamento das doenças crônicas e estratégias para o futuro do setor saúde no Brasil. A representante da ABRASCO, Felipe Cavalcanti (UFV), fez a mediação dos debates.


Reunião da Comissão de Ciência e Tecnologia da ABRASCO na Fiocruz

A Comissão de Ciência e Tecnologia da ABRASCO esteve reunida nos dias 4 e 5 de outubro, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. No início da reunião o coordenador da Comissão e vice-presidente da ABRASCO, Luis Eugenio Portela, destacou que o momento político atual "em que se discute o financiamento da saúde, e a importância de articular esse debate com a contribuição da saúde para o desenvolvimento nacional, seja como setor produtivo de bens industriais, seja como setor de serviços". Mais detalhes aqui.


Financiar o SUS Universal Sem Tergiversar

Foto: Virgínia Damas - CCI/ENSP/Fiocruz."Financiar o SUS Universal Sem Tergiversar" e o título do artigo publicado pela vice-presidente da ABRASCO, Ligia Bahia, no Le Monde Diplomatique Brasil. No artigo, Lígia faz uma reflexão sobre o surgimento e trajetória do Sistema Único de Saúde, a garantia do direito à saúde, o subfinanciamento e o projeto de regulamentação da EC29, entre outros temas. "Um sistema de saúde degradado, pobre para pobres, adultera o nome e sobrenome de batismo do SUS constitucional. Não erradicaremos a miséria e pobreza enquanto nos situarmos entre os países com maior produto interno bruto e nossos indicadores específicos sinalizarem a perseverança de profundas iniquidades na exposição aos riscos e no acesso e utilização de ações e serviços de saúde. Sobre a mesa de negociações da regulamentação da EC-29 serão apresentados interesses e valores políticos, simbólicos e financeiros. Esforços concentrados em torno de concepções sobre a indissociabilidade do financiamento com a ampliação do direito à saúde aumentam as chances de aprovar no Senado uma regulamentação baseada na projeção de um SUS cujo tamanho e qualidade ajustem-se às necessidades de saúde e qualidade de vida das atuais e futuras gerações de brasileiros", afirma Lígia. Confira o artigo na íntegra.


I Fórum sobre a Prática do Apoio no SUS

O conselheiro da ABRASCO e relator da 14ª. Conferência Nacional de Saúde, Gastão Wagner de Souza Campos, está organizando junto com o grupo de pesquisaApoio Paidéia o I Fórum sobre a Prática do Apoio no SUS. O evento tem como objetivo promover o encontro, debate e aprendizado de trabalhadores da saúde, gestores e acadêmicos sobre a prática do Apoio tendo como orientação as interfaces possíveis com a Gestão, o Trabalho em Saúde e a Formação. O evento será realizado no dia 17 novembro, na Unicamp, e está oferecendo 300 vagas com inscrição online gratuita. Clique nos links a seguir para ver a programação e fazer a suainscrição.

Proteína manda sinal para o corpo acumular gordura

Proteína manda sinal para o corpo acumular gordura
"A galectina-12 parece sinalizar para as células de gordura é que é hora de conservar energia, em vez de queimá-la."
Proteína da gordura


Desativar uma proteína que desempenha um papel crucial no armazenamento de gordura pode ser um caminho para melhores tratamentos para o diabetes e para a obesidade.
Cientistas descobriram que cobaias sem a capacidade de sintetizar a proteína galectina-12 acumularam 40% menos gordura corporal.
Além disso, os animais apresentaram um incremento no metabolismo e uma menor resistência à insulina.
Sinalizador
"A galectina-12 parece sinalizar para as células de gordura é que é hora de conservar energia, em vez de queimá-la," explicou Fu-Tong Liu, da Universidade da Califórnia (EUA).
Tanto a quebra como o armazenamento da gordura são processos intimamente ligados, que envolvem diversos sinalizadores.
"Se nós pudermos interromper esse sinal, nós temos uma chance de melhorar o metabolismo das gorduras e reduzir a resistência à insulina em pacientes com obesidade e diabetes," continua ele.
Obesidade, insulina e diabetes
A obesidade é o principal sinalizador do desenvolvimento do diabetes - 80% das pessoas com diabetes tipo 2 têm sobrepeso ou são obesas.
Em seus estágios iniciais, o diabetes tipo 2 é caracterizado pela resistência à insulina.
O pâncreas continua produzindo insulina, mas, por alguma razão que ainda não se conhece, o corpo não consegue usar essa insulina de forma eficaz.
Depois de vários anos, a produção de insulina finalmente cai, os níveis de glicose no sangue sobem e o corpo já não consegue usar mais sua principal fonte de combustível.
É por isto que é tão importante descobrir formas de fazer com que o organismo lide melhor com a gordura, induzindo-o a fazer isto quando ele pára de fazê-lo normalmente.

Cientistas sequenciam genoma da maconha

Cientistas sequenciam genoma da maconha
Apenas o preconceito tem impedido que os benefícios desta planta sejam melhor utilizados - o cânhamo, largamente usado para produção de fibras, também possui seu ingrediente psicoativo.
Genoma da maconha


Pesquisadores canadenses sequenciaram o genoma da Cannabis sativa.
Quando esta planta é usada em suas múltiplas aplicações, ela é mais conhecida por sua variedade chamada cânhamo.
Quando ela é usada em sua "aplicação" mais conhecida, ela é chamada de maconha, ou marijuana.
Agora, o sequenciamento revelou as alterações genéticas que dão às diferentes variedades da mesma espécieCannabis sativa suas propriedades de produzir drogas.
Drogas na maconha e no cânhamo
O Dr. Jon Page, da Universidade de Saskatchewan, explica que uma única "chave genética" é provavelmente responsável pela produção do THCA (ácido tetrahidrocanabinólico), o precursor do ingrediente ativo da maconha.
"A análise do transcriptoma mostrou que o gene sintase THCA, uma enzima essencial na produção do THCA, é ligado na maconha, mas desligado no cânhamo," afirmou Page.
Mas, se o cânhamo não possui o THCA, ele possui uma outra substância psicoativa, chamada CBDA, ou ácido canabidiólico.
Aparentemente, a domesticação e o cultivo da maconha fez com que ela perdesse a enzima CBDA sintase, responsável pela produção da droga presente no cânhamo, porque as duas poderiam competir pelos mesmos metabólitos.
Preconceito
Essencialmente, isto significa que, ao longo de milhares de anos de cultivo, os plantadores de maconha selecionaram a Cannabis sativa até gerar duas linhagens distintas - uma para fibras e sementes, e outra para medicina.
A maconha vem sendo usada medicinalmente há mais de 2.700 anos, e continua sendo pesquisada por seus recursos farmacêuticos.
O sequenciamento genético da planta também mostra que apenas o preconceito tem impedido que os benefícios desta planta sejam melhor utilizados - o cânhamo, largamente usado para produção de fibras, também possui seu ingrediente psicoativo.
Comida e medicamentos
"As plantas continuam sendo uma fonte essencial de medicamentos, tanto como ervas medicinais quanto em compostos farmacêuticos," disse Page.
Ele e seus colegas afirmam esperar que o sequenciamento do genoma daCannabis sativa ajude a responder questões básicas sobre a biologia da planta, assim como o desenvolvimento de suas incontáveis aplicações.
As aplicações da maconha incluem de produtos farmacêuticos a óleos comestíveis de alta qualidade.
O óleo de semente de cânhamo é rico em ômega 6, um ácido graxo essencial.

Vacina contra malária apresenta resultados encorajadores


Segurança aceitável
Os primeiros resultados de um teste em larga escala com um novo candidato a vacina contra a malária apresentou resultados encorajadores.
A vacina, chamada "RTS,S" reduziu pela metade o risco de malária em crianças africanas com idades entre 5 e 17 meses.
É um passo importante, embora mostre que há necessidade de melhorias.
No artigo científico que descreve esta fase dos testes os pesquisadores falaram em "segurança e tolerabilidade aceitáveis", o que é menos do que se espera de uma vacina pronta.
Malária clínica e malária severa
O desenvolvimento desta nova vacina contra a malária está sendo financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates.
Os testes foram feitos em 6.000 crianças, de 11 locais diferentes, em sete países da África sub-saariana. O acompanhamento foi feito durante 12 meses.
Os resultados mostraram uma diminuição de 56% para a ocorrência da chamada "malária clínica", e 47% da "malária severa".
A malária clínica resulta em febre alta e calafrios. Ela pode rapidamente evoluir para a malária severa, com sérios efeitos sobre o sangue, cérebro ou rins, podendo ser fatal.
Benefícios e riscos
Ainda há um longo caminho antes que este candidato seja considerado uma vacina definitiva.
Será necessário aguardar os resultados da proteção a médio prazo - 30 meses após a aplicação -, o que deverá estar disponível até 2014.
Só então será possível avaliar os reais benefícios e os riscos da sua aplicação generalizada.
Outro fator que pode estar causando um viés nos resultados obtidos é que os pesquisadores afirmam que 75% das crianças estudadas usam mosquiteiros tratados com inseticidas.
Veja informações sobre testes com um outro candidato a vacina contra a malária:

Heart Disease Linked to Evolutionary Changes That May Have Protected Early Mammals from Trauma

ScienceDaily (Oct. 18, 2011) — Can a bird have a heart attack? A new study by researchers at the Perelman School of Medicine at the University of Pennsylvania suggests that cardiovascular disease may be an unfortunate consequence of mammalian evolution. The study, published in a recent issue of the journal Blood, demonstrates that the same features of blood platelets that may have provided an evolutionary advantage to early mammals now predispose humans to cardiovascular disease.
Scanning electron microscopy of bird thrombocytes adhering to collagen under high flow. Notice the cells are larger, have a large hump which is due to the nucleus and do not form 3-dimnesional aggregates.
"The biology of platelets has been studied in great detail in the context of human disease, but almost nothing is known about why mammals have platelets, whereas no other species do," said lead study author Alec A. Schmaier, PhD, an MD/PhD student in the lab of Mark Kahn, MD, professor of Medicine at Penn. "This new line of research suggests that platelets could have allowed mammals to better survive traumatic injury by being able to form cellular clots in arterial blood vessels. The price for this evolutionary change may be modern cardiovascular diseases."

Platelets are small circulating cells that have no nucleus and form clots at sites of vessel injury. Platelets are required to prevent excessive bleeding following traumatic injury, but they also form clots at sites of atherosclerotic plaques in the blood vessels that lead to stroke and heart attack. Drugs that inhibit the function of platelets, including aspirin and clopidogrel, are the main weapons for treating heart attack and stroke.

Despite being a vital element of the blood clotting system, platelets are only found in mammals, whereas all non-mammalian vertebrates, including birds, have thrombocytes. About twice the diameter of platelets, thrombocytes contain a nucleus. Studies performed in the 1970s suggested they have a clotting function similar to platelets, but extensive studies of thrombocytes using modern experimental techniques have not been performed.

The research team focused their study on birds (compared to fish or reptiles for example) because birds and mammals both have a high pressure arterial system. Birds in fact have higher cardiac output and blood pressures than mammals do. Therefore, the challenge for hemostasis, i.e. blood clotting after vessel injury or trauma, should be similar between a mammal and a bird. However, in the present study, using molecular and physiologic techniques, the Penn researchers discovered that avian thrombocytes express most of the same proteins as platelets, with two key exceptions: thrombocytes express a significantly lower level of one essential platelet protein (the fibrinogen receptor) and are completely deficient in another (the adenosine diphosphate receptor) that function in a pathway required to form occlusive clots in the arterial system and are the primary targets of anti-platelet medications. In collagen flow-chamber experiments, the research team found that thrombocytes could not form 3-dimensional aggregates under high-flow conditions, a key step in the pathogenesis of stroke and heart attack.

Collaborative studies with colleagues at Penn's School of Veterinary Medicine, Karen Rosenthal, DVM, MS, and Jeff Runge, DVM, and Tim Stalker, in Department of Medicine -Hematology/Oncology, at the Perelman School of Medicine, next compared the ability of platelets and thrombocytes to form intra-vascular clots in mice and similarly sized parakeets. The mice, but not the birds, developed clots that prevented blood flow after arterial injury due to the ability of platelets, but not thrombocytes, to stick to each other under high flow conditions.

Although the researchers caution that this prediction cannot be tested in all contexts, the finding that equivalent degrees of arterial vessel wall injury in vessels of similar size and equal hemodynamic forces result in the occlusion in mammals but not in birds is consistent with the hypothesis that platelets mediate a more efficient clotting response than thrombocytes.

Dr. Kahn, the study's senior author, concluded, "Although the reason for platelet evolution in mammals can never be known with certainty, it is tempting to speculate that platelets may have allowed early mammals to better survive trauma and thereby provided a survival advantage."