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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Latest Article Alert from Veterinary Research (13 articles)



Veterinary Research - IMPACT FACTOR 3.58


IMPACT
FACTOR
3.58

Article alert


The following new articles have just been published in Veterinary Research

For articles which have only just been published, you will see a 'provisional PDF' corresponding to the accepted manuscript. A fully formatted PDF and full text (HTML) version will be made available soon.
Research      Administration of probiotics influences F4 (K88)-positive enterotoxigenic Escherichia coli attachment and intestinal cytokine expression in weaned pigs Daudelin J, Lessard M, Beaudoin F, Nadeau E, Bissonnette N, Boutin Y, Brousseau J, Lauzon K, Morris Fairbrother J 
Veterinary Research 2011, 42:69 (23 May 2011)
[Abstract] [Provisional PDF] [PubMed]
Research      Modelling effectiveness of herd level vaccination against Q fever in dairy cattle Courcoul A, Hogerwerf L, Klinkenberg D, Nielen M, Vergu E, Beaudeau F 
Veterinary Research 2011, 42:68 (23 May 2011)
[Abstract] [Provisional PDF] [PubMed]
Research      Analysis of the acute phase responses of Serum Amyloid A, Haptoglobin and Type 1 Interferon in cattle experimentally infected with foot-and-mouth disease virus serotype O. Stenfeldt C, Heegaard PM, Stockmarr A, Tjornehoj K, Belsham GJ 
Veterinary Research 2011, 42:66 (18 May 2011)
[Abstract] [Provisional PDF] [PubMed]
Research      Detection of prions in the faeces of sheep naturally infected with classical scrapie Terry LA, Howells L, Bishop K, Baker CA, Everest S, Thorne L, Maddison BC, Gough KC 
Veterinary Research 2011, 42:65 (18 May 2011)
[Abstract] [Provisional PDF] [PubMed]
Research      Induction of inflammatory cytokines and toll-like receptors in chickens infected with avian H9N2 influenza virus Nang NT, Lee JS, Song BM, Kang YM, Kim HS, Seo SH 
Veterinary Research 2011, 42:64 (18 May 2011)
[Abstract] [Provisional PDF] [PubMed]
Research      Association of Trypanosoma vivax in extracellular sites with central nervous system lesions and changes in cerebrospinal fluid in experimentally infected goats Batista JS, Rodrigues CM, Garcia HA, Bezerra FS, Olinda RG, Teixeira MM, Soto-Blanco B 
Veterinary Research 2011, 42:63 (11 May 2011)
[Abstract] [Provisional PDF] [PubMed]
Research      The invasion process of bovine erythrocyte by Babesia divergens: knowledge from an in vitro assay Sun Y, Moreau E, Chauvin A, Malandrin L 
Veterinary Research 2011, 42:62 (11 May 2011)
[Abstract] [Provisional PDF] [PubMed]
Research      Infection with the gastrointestinal nematode Ostertagia ostertagi in cattle affects mucus biosynthesis in the abomasum Rinaldi M, Dreesen L, Hoorens PR, Li RW, Claerebout E, Goddeeris B, Vercruysse J, Vandenbroeck W, Geldhof P 
Veterinary Research 2011, 42:61 (11 May 2011)
[Abstract] [Provisional PDF] [PubMed]
Research      Estimating front-wave velocity of infectious diseases: a simple, efficient method applied to bluetongue Pioz M, Guis H, Calavas D, Durand B, Abrial D, Ducrot C 
Veterinary Research 2011, 42:60 (20 April 2011)
[Abstract] [Full Text] [PDF] [PubMed]
Research      Chronic "Candidatus Mycoplasma turicensis" infection Novacco M, Boretti FS, Wolf-Jäckel GA, Riond B, Meli ML, Willi B, Lutz H, Hofmann-Lehmann R 
Veterinary Research 2011, 42:59 (20 April 2011)
[Abstract] [Full Text] [PDF] [PubMed]
Research      Biphasic activation of PI3K/Akt and MAPK/Erk1/2 signaling pathways in bovine herpesvirus type 1 infection of MDBK cells Zhu L, Ding X, Zhu X, Meng S, Wang J, Zhou H, Duan Q, Tao J, Schifferli DM, Zhu G 
Veterinary Research 2011, 42:57 (14 April 2011)
[Abstract] [Full Text] [PDF] [PubMed]
Review      Host range, host specificity and hypothesized host shift events among viruses of lower vertebrates Bandin I, Dopazo CP 
Veterinary Research 2011, 42:67 (18 May 2011)
[Abstract] [Provisional PDF] [PubMed]
Short report      A trypsin-like serine protease is involved in pseudorabies virus invasion through the basement membrane barrier of porcine nasal respiratory mucosa Glorieux S, Favoreel HW, Steukers L, Vandekerckhove AP, Nauwynck HJ 
Veterinary Research 2011, 42:58 (14 April 2011)
[Abstract] [Full Text] [PDF] [PubMed]
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Medo do dentista: terapia é melhor do que anestesia geral

Fobia dental
Pessoas com fobia de dentista muitas vezes precisam recorrer a algum tipo de anestesia geral para que possam ter seus dentes tratados.
Mas estão surgindo alternativas eficazes.
Pesquisadores europeus decidiram então comparar essas alternativas, para se certificarem de qual delas é a melhor.
Tratamentos para fobia dental
Em um estudo prático, ele compararam a eficácia e a aceitação da hipnose padrão, da hipnose com imagens individualizadas, do tratamento cognitivo-comportamental e da anestesia geral no tratamento da fobia dental.
De um grupo inicial de 137 pacientes com fobia dental, 77 completaram o estudo, resultando em amostras entre 14 e 29 pacientes em cada um dos quatro grupos.
Os participantes preencheram questionários destinados a medir a ansiedade odontológica no início do estudo, antes e depois da primeira consulta odontológica, e novamente antes da segunda sessão de tratamento dental, uma semana depois.
Terapia cognitivo-comportamental
A hipnose padrão mostrou-se significativamente inferior ao tratamento cognitivo-comportamental, resultando na interrupção prematura do tratamento por reações do paciente.
A análise final mostrou uma redução significativa da ansiedade dental com o tratamento cognitivo-comportamental e com a hipnose individualizada - bem superior à anestesia geral.
Analisando as intenções dos pacientes em retomar o tratamento após a primeira sessão, foi registrada uma melhoria significativa apenas após a terapia cognitivo-comportamental.
Os resultados sugerem que a terapia cognitivo-comportamental é o melhor tratamento para a fobia dental quando se leva em conta tanto a eficácia quanto a aceitabilidade pelos pacientes.

Composto do cogumelo do sol impede câncer de próstata

Prevenção do câncer
Um cogumelo conhecido por seus benefícios culinários e medicinais mostrou-se 100 por cento eficaz na supressão do desenvolvimento do tumor de próstata.
Os pesquisadores descobriram que um composto extraído do cogumelo do sol (Yun zhi), o polissacaropeptídeo (PSP), alveja diretamente as células-tronco do câncer de próstata e suprime a formação do tumor.
A pesquisa, realizada em modelos animais, foi realizada na Universidade de Tecnologia de Queensland, na Austrália, e publicada na revista científica PLoS ONE.
Células-tronco do câncer
O Dr. Patrick Ling, coordenador da pesquisa, afirma que os resultados representam um passo importante para o combate à doença que é uma das principais causas de morte entre os homens.
"Os resultados são bastante significativos", disse o Dr. Ling. "O que queríamos era demonstrar, antes de tudo, que esse composto pode parar o desenvolvimento de tumores de próstata.
"No passado, outros inibidores testados em pesquisas mostraram-se até 70 por cento eficazes, mas estamos vendo uma eficácia de 100 por cento na prevenção do tumor com o PSP." diz ele.
As terapias convencionais só são eficazes com relação a determinadas células cancerosas, mas não às células-tronco do câncer, que iniciam e fazem a doença progredir.
Via oral
O pesquisador ressalta que, nos testes feitos até agora, não foi observado nenhum efeito colateral.
Apesar dos cogumelos terem propriedades valiosas para a saúde, o Dr. Ling afirma que não seria possível obter o mesmo benefício em relação ao câncer de próstata simplesmente comendo-os.

Brasileiro descobre anticorpo que indica doença autoimune rara

Neuromielite óptica recorrente
A neuromielite óptica recorrente (NMO) é uma doença autoimune que causa inflamação dos nervos ópticos e da medula espinhal, podendo levar à cegueira e à paralisia.
É uma doença rara e, por conta da falta de estudos na área, costuma ter um diagnóstico tardio, quando já deixou sequelas graves.
O neurologista Tarso Adoni, a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), analisou a presença do anticorpo NMO-IgG, um dos indicativos da doença, nos pacientes já diagnosticados.
Suas conclusões poderão aumentar a qualidade de vida dos portadores da síndrome.
Anticorpo
A análise, orientada pelo professor Dagoberto Callegaro, envolveu 28 pacientes. Destes, 64,5% apresentaram o NMO-IgG, estatística semelhante a de outros países do mundo.
"Quando um portador da NMO apresenta um sintoma, como uma diminuição abrupta da acuidade (precisão) visual, muitas vezes não se consegue identificar o motivo e ele pode permanecer sem diagnóstico até que novos episódios aconteçam.
"Com a descoberta de que uma parcela expressiva dos pacientes possui o anticorpo, faz-se um teste em busca dele. Ao encontrá-lo, a doença é detectada antes de alguma consequência mais grave, como perda da visão ou paralisia", explica o pesquisador.
Imunossupressores
Apesar de não ter cura, a NMO tem tratamento.
Se diagnosticada precocemente, pode ser tratada antes de uma nova manifestação e a pessoa pode ter uma vida normal.
Adoni enfatiza que o tratamento é feito por meio de medicamentos imunossupressores, que deixam o sistema de defesa do organismo mais inofensivo, evitando que ataque a si próprio.
Este tratamento tem que ser feito durante todo o período de vida do paciente.
O médico explica que pode haver casos de pacientes que não respondam aos imunosupressores da maneira esperada, mas que tais casos constituem-se em uma exceção.
Doença rara
Ao analisar os dados, Adoni percebeu que a idade média de manifestação da doença nos pacientes foi de 28 anos. Em outros países, a média se mantém em torno dos 36 anos.
O médico acredita que essa diferença pode ter sido constatada por causa do pequeno número de pessoas observadas, ou realmente a doença se manifesta mais cedo na população brasileira. Somente um estudo com um maior número de pessoas poderia sanar essa dúvida.
O que dificulta é a raridade da doença: no Japão, onde ela é mais comum, os casos variam entre 20 e 30 a cada 100 mil habitantes. A doença também atinge principalmente mulheres negras e jovens, na faixa dos 20 aos 40 anos, mas ainda não há explicação para esse fato.
Doenças autoimunes
O estudo também aponta que a presença do anticorpo NMO-IgG é um marcador de que os portadores da NMO têm uma pré-disposição maior a outras doenças autoimunes. Muitos deles tiveram problemas com a tireoide, por exemplo.
O teste de detecção do anticorpo NMO-IgG pode fazer a diferença na vida de um portador da neuromielite óptica, mas por enquanto só está disponível em um laboratório particular em São Paulo, e custa em torno de R$300,00.
Alguns serviços públicos estão desenvolvendo a técnica pelo Brasil e o SUS, em algumas situações especiais, faz convênio com o Estado e paga pelo exame.

Suplemento com aminoácido e vitamina diminui pré-eclâmpsia

Pré-eclâmpsia
Um suplemento dietético que contém um aminoácido e vitaminas antioxidantes, administrado a mulheres grávidas com alto risco de pré-eclâmpsia, pode reduzir a ocorrência da condição.
pré-eclâmpsia é uma condição grave, quando uma pressão sanguínea anormalmente elevada e outros distúrbios surgem durante a gravidez.
Ela afeta cerca de 5% de todas as primeiras gravidezes e é perigosa para a mãe e para a criança.
Acredita-se que a pré-eclâmpsia esteja associada a uma deficiência de L-arginina, um aminoácido que ajuda a manter um fluxo sanguíneo saudável durante a gravideza.
Alguns especialistas também acreditam que as vitaminas antioxidantes podem ajudar a proteger contra a doença.
Suplemento contra a pré-eclâmpsia
Agora, uma equipe de pesquisadores no México e nos Estados Unidos começou a testar a teoria de que uma combinação de L-arginina e antioxidantes poderia impedir o desenvolvimento da pré-eclâmpsia em mulheres com alto risco da doença.
As mulheres grávidas com alto risco de pré-eclâmpsia foram divididas aleatoriamente em três grupos: 228 receberam barras de alimentação diária contendo L-arginina, vitaminas e antioxidantes, 222 receberam barras contendo apenas vitaminas, e 222 receberam placebo (sem L-arginina e sem vitaminas).
Os suplementos começaram a ser administrados na vigésima semana de gravidez, prosseguindo até o parto. A pressão arterial e os níveis de L-arginina foram medidos a cada três a quatro semanas no hospital.
A proporção de mulheres que apresentaram a pré-eclâmpsia foi de 30,2% no grupo placebo, 22,5% no grupo somente vitamina, e de 12,7% no grupo de vitamina mais L-arginina.
Isto significa que as mulheres no grupo da vitamina mais L-arginina tiveram uma probabilidade significativamente menor de desenvolver a pré-eclâmpsia em comparação com o grupo placebo.
Somente com as vitaminas, a ocorrência de pré-eclâmpsia teve uma redução menos significativa.
Prevenção do parto prematuro
A equipe também descobriu que a combinação de L-arginina e vitaminas reduziu significativamente o risco de parto prematuro, em comparação com o placebo.
"Esta intervenção relativamente simples e de baixo custo pode ser valiosa na redução do risco de pré-eclâmpsia e da prematuridade associada à condição," concluem os autores.
No entanto, eles dizem que mais estudos são necessários para determinar se esses resultados podem ser repetidos e identificar se eles são devidos à L-arginina isoladamente ou à combinação de L-arginina, vitaminas e antioxidantes.
O estudo foi publicado no site do British Medical Journal.