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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

FAO - repositorios digitales abiertos sobre la agricultura

Para contribuir a la investigación y la innovación en la agricultura es fundamental facilitar el acceso abierto a la información técnica y científica de dominio público. La creación de repositorios digitales con documentos a texto completo, ofrece posibilidades sin precedentes para que las organizaciones y los individuos puedan capturar y compartir de manera estructurada los resultados de sus investigaciones en la agricultura. Lo anterior aumenta la transparencia y propicia la comunicación entre los investigadores y demás grupos interesados.

El nuevo módulo de e-learning (aprendizaje electrónico) denominado Bibliotecas, repositorios y documentos digitales, brinda los elementos esenciales para aprender a crear repositorios y bibliotecas digitales. Dicho módulo forma parte del Repertorio de Recursos para la Gestión de la Información (IMARK, por sus siglas en inglés), el cual abarca todos los procesos relevantes para la planificación y asignación de recursos, considerando a la vez lo más reciente en tecnologías y tendencias para la gestión de los datos digitales y su conservación. Cubre además los aspectos más relevantes relacionados con el marco jurídico del derecho de autor y sobre la propiedad intelectual.

El módulo se ofrece en línea y en CD-ROM de forma gratuita y actualmente está disponible en idioma inglés. A partir de junio 2011, también se ofrecerá en español. Para obtener más información, visite el sitio web del IMARK.

Este módulo fue desarrollado por la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO), con el apoyo del Departamento Británico para el Desarrollo Internacional (DFID), la Red Internacional para la Disponibilidad de Publicaciones Científicas (INASP), en el contexto de mejorar "la coherencia en la información para la investigación agraria para el desarrollo" (CIARD), una asociación mundial única que apoya la comunicación de la ciencia y la investigación en la agricultura.
 

Edição de fevereiro da revista 'Memórias do Instituto Oswaldo Cruz' pode ser acessada online

         
       Após comemorar o início de 2011 com a marca de revista científica brasileira com maior fator de impacto no Scimago Journal Ranking (SJR), com 0,142 pontos, a primeira edição do ano da revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz traz 18 artigos de instituições nacionais e internacionais e conta com pesquisas inéditas sobre malária, doença de Chagas e  leishmaniose. Um estudo realizado na área metropolitana de Porto Alegre trouxe a primeira confirmação da circulação de metapneumovírus humano (hMPV) e do bocavírus humano (hBoV) na região. Os agentes estão associados a infecções do trato respiratório inferior entre crianças. Foram analisadas 455 amostras de pacientes coletadas entre maio de 2007 e junho de 2008. O hMPV foi detectado em 14,5% e o hBoV em 13,2% do total. A taxa de co-infecção foi de 43,7%, o que fornece evidências de envolvimento frequente de ambos os vírus em crianças com infecção aguda do trato respiratório viral. O artigo é assinado por pesquisadores do Hospital de Clínicas de Porto Alegre da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Feevale e Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
 Imagem na capa da nova edição da revista mostra oocistos de <EM>Plasmodium vivax</EM> no intestino médio de um <EM>Anopheles cracens</EM>
Imagem na capa da nova edição da revista mostra oocistos de Plasmodium vivax no intestino médio de um Anopheles cracens  

             Uma pesquisa reunindo cientistas da Tailândia e Coreia do Sul testou o potencial de transmissão da malária de cinco espécies de mosquitos anofelinos encontradas em diferentes regiões tailandesas. Em laboratório, nove colônias de cinco espécies de complexos Anopheles barbirostris foram infectadas experimentalmente com Plasmodium falciparum e P. vivax, os principais parasitos causadores da malária. As amostras de A. campestris obtidas nas localidades tailandesas de Chiang Mai e Udon Thani, bem como as espécies A. barbirostris A3 e A. barbirostris A4 não foram consideradas vetoras potenciais de P. falciparum. Amostras de A. campestris das localidades de Sa Kaeo e Ayuttaya e as espécies de A. barbirostris A4 mostraram-se vetores não-potenciais para P. vivax. A pesquisa revelou também que as espécies de A. barbirostris A1, A2 e A3 foram vetores de baixo potencial para P. vivax. Já as amostras de A. cracens e A. campestris da localidade de Chiang Mai foram vetores de alto potencial para P. vivax.
Ainda na edição de fevereiro das Memórias, um artigo desenvolvido por pesquisadores da Fiocruz Bahia, Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) investigou a associação dos níveis de diferentes citocinas (moléculas envolvidas nas reações imunes do organismo) com a resposta inflamatória e a progressão da leishmaniose. No experimento, camundongos foram infectados com L. amazonensisisoladas de pacientes com diferentes graus de manifestação da doença (leishmaniose localizada, cutâneo-difusa e leishmaniose visceral). Os resultados apontam que os níveis das citocinas IFN-γ, IL-4 e IL-10 não diferiu entre os grupos. O estudo constatou ainda que todos os grupos foram incapazes de controlar a infecção. Os pesquisadores sugerem que a expressão de IL-4 associada à baixa produção de IFN-γ na fase inicial da infecção pode contribuir para a susceptibilidade, mas ponderam que outros fatores podem contribuir para as diferenças observadas na resposta inflamatória e progressão da infecção.
           O comportamento alimentar do Triatoma vitticeps – uma espécie de barbeiro encontrada no Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e sul da Bahia, considerado vetor potencial para a doença de Chagas – foi investigado com o objetivo de identificar suas fontes de alimento e caracterizar seu processo de ingestão de sangue. O estudo testou se a saliva do vetor interfere na percepção do hospedeiro durante a picada: foi demonstrado que a saliva do T. vitticeps diminui, gradualmente e de forma irreversível, a amplitude do potencial de ação da fibra nervosa do hospedeiro, o que ajuda a diminuir a percepção da picada do inseto pelo hospedeiro. O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Fiocruz Minas, Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/ Fiocruz) e Universidade Federal de Minas Gerais.
          Acesse gratuitamente a edição das Memórias aqui.

Biblioteca apresenta bases de dados SciVerse Scopus e SciVerse ScienceDirect no dia 18/2

A Biblioteca da Saúde da Mulher e da Criança apresenta, no dia 18/2, no Anfiteatro B do Instituto Fernandes Figueira, as bases de dados SciVerse Scopus e SciVerse ScienceDirect. A apresentação faz parte do processo de educação continuada e tem como objetivo fornecer uma visão sistemática das bases de dados bibliográficas e respectivos mecanismos de busca, com vistas à melhoria do trabalho de referência virtual do Serviço. O treinamento será ministrado pelos representantes da Elsevier.

A base SciVerse ScienceDirect é uma coleção eletrônica de textos completos provenientes de mais de 2.500 revistas científicas Elsevier, com mais de 10 milhões de artigos nas áreas científica, tecnológica e médica, representando aproximadamente 25% da produção científica mundial. O Science Direct ainda oferece aos seus usuários livros eletrônicos, séries de livros, manuais e enciclopédias em diversas áreas do conhecimento, com acesso rápido e confiável a descobertas relevantes e análises. Em constante expansão, a coleção de livros no
Science Direct vem facilitar o acesso mais abrangente a informações técnicas e científicas.

A SciVerse Scopus é a maior base de resumos e referências bibliográficas de literatura científica revisada por pares, com mais de 18.000 títulos de 5.000 editoras internacionais. Scopus permite uma visão multidisciplinar da ciência e integra todas as fontes relevantes para a pesquisa básica, aplicada e inovação tecnológica, através de patentes, fontes da web de conteúdo científico, periódicos de acesso aberto, memórias de congressos e conferências. É atualizado diariamente e contém os Articles in Press de mais de 3.000 revistas.

As duas Bases podem ser acessadas através do Portal de Periódicos da CAPES.

Data: 18/2, das 9h às 12h
Local: Anfiteatro B do IFF
Av. Rui Barbosa 716 – Flamengo
Rio de Janeiro – RJ

Novo tratamento para calvície pode ter sido descoberto por acaso

Composto químico fez cabelo crescer de novo em camundongos. Cientistas estavam estudando funções gastrointestinais.
Evolução da calvície nos camundongos submetidos ao tratamento (Foto: UCLA/VA)
Evolução da calvície nos camundongos submetidos ao tratamento
Pesquisadores norte-americanos podem ter descoberto – completamente por acaso – um composto químico que provoca o crescimento de cabelo. Eles estavam pesquisando a influência do estresse sobre as funções gastrointestinais. A descoberta foi publicada pelo jornal científico “PLoS One”.

Os cientistas da UCLA (Universidade da Califórnia, em Los Angeles) fizeram alterações genéticas em camundongos para que eles produzissem em maior quantidade um hormônio ligado ao estresse chamado fator liberador de corticotrofina (CRF, na sigla em inglêS). Uma das conseqüências foi a perda de pelos nas costas.

Em seguida, injetaram nos camundongos um composto chamado astressina-B, um peptídeo capaz de bloquear o efeito do CRF, durante cinco dias seguidos. Mediram os efeitos do composto sobre o sistema digestivo dos animais e colocaram-nos de volta às gaiolas, junto aos demais camundongos. Três meses depois, quando deveriam repetir as medições, perceberam que os pelos nas costas tinham crescido novamente.

“Quando analisamos o número de identificação dos camundongos em cujas costas cresceram pelos descobrimos que, de fato, o peptídio astressina-B foi responsável pelo notável crescimento de pelos nos camundongos calvos”, disse Million Mulugeta, um dos autores da pesquisa. “Estudos subsequentes confirmaram isso sem dúvidas”.

Por enquanto, os testes foram realizados apenas com camundongos, mas os pesquisadores têm esperanças de que este possa se tornar um tratamento eficiente contra a calvície. “Poderia abrir novos campos para tratar a perda de cabelo em humanos por meio da modulação de receptores de hormônios de estresse, particularmente a perda de cabelo ligada ao estresse crônico e ao envelhecimento”, argumentou Mulugeta.

Nanopartículas podem ser tão perigosas quanto amianto?

Nanopartículas podem ser tão perigosas quanto amianto
O dióxido de titânio, para ser incluído nos produtos, tem suas partículas reduzidas até dimensões de nanômetros - 1 nanômetro é igual a 1 bilionésimo de metro.

Nanopartículas de titânio
Frequentes nos protetores solares e nos cosméticos, as nanopartículas de dióxido de titânio provocariam nos pulmões efeitos similares aos do amianto.
Os cientistas suíços se alarmaram com suas conclusões, mas seus resultados são colocados em dúvida por outros estudos. As autoridades do país adiaram a publicação de uma estratégia para a área.
Mais de dois milhões de toneladas de dióxido de titânio nanométrico (nano-TiO2) são produzidos no mundo, todo ano.
Utilizado como pigmento e para opacificar, esse nanomaterial entra na composição de tintas, cosméticos, protetores solares, remédios, pasta dental, colorantes alimentares e numerosos outros produtos de uso corrente, segundo artigo da agência suíça ATS.
Amianto e silício
Pesquisadores do Departamento de Bioquímica da Universidade de Lausanne, da Universidade de Orléans (França) e do Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica (CNRS), estudaram as inflamações causadas pelo nano-TIO2.
Eles testaram o material em células humanas e em ratos de laboratório.
Segundo os resultados, as nanopartículas de TiO2 produzem efeitos similares aos de outros dois irritantes ambientais bem conhecidos, o amianto e o silício.
Como aqueles materiais, as nanopartículas ativam o inflamasoma NLRP3 - um complexo multiproteico -, provocando uma reação inflamatória e a produção de derivados reativos de oxigênio, moléculas tóxicas capazes de atacar o DNA, as proteínas e as membranas celulares.
"Da mesma maneira que o amianto, você acumula partículas de titânio nanométrico nos pulmões", explica Jürg Tschopp, responsável pela pesquisa e professor de química biológica na Universidade de Lausanne.
Amianto do futuro
"Meu receio é que essas partículas se tornem o amianto do futuro," acrescenta Tschopp, vencedor do Prêmio Louis-Jeantet 2008 de medicina. "Há 40 anos, estávamos no mesmo ponto com o amianto. Havia indícios do perigo de provocar câncer, mas os dados não eram significativos", lembra o pesquisador.
"Atualmente, não podemos excluir que as nanopartículas também sejam perigosas como o amianto".
Mas Jürg Tschopp admite que ele mesmo não deixará de usar creme solar nem de escovar os dentes com um dentifrício contendo as nanopartículas.
Mas será preciso, de acordo come ele, que esse tema entre na agenda política, que seja elaborado um regulamento e que sejam reforçadas as precauções.
"Para evitar a mesma catástrofe que a do amianto, será necessário questionar até onde podemos renunciar às nanopartículas.
A seguradora de acidentes Suva acompanha a questão de perto. "As nanopartículas não devem se tornar o amianto de amanhã," indica a seguradora.
Toxicidade
Quanto aos consumidores, o novo estudo é visto com bons olhos. "É importante ressaltar que o estudo aborda a toxicidade das nanopartículas de dióxido de titânio", explica Huma Khamis, da Federação de Consumidores da Suíça francesa (FRC). Ora, estas não são sempre utilizadas na forma nanométrica nos produtos de grande consumo."
A FRC pondera que "os cremes solares constituem uma exceção, embora os perigos potenciais de uma exposição ao sol sem protetor são maiores. É um grande dilema," opina Huma Khamis.
Segundo o relatório 2010 sobre as nanotecnologias na Suíça, o governo federal teve um papel pioneiro na Suíça na ciência do infinitamente pequeno, descobrindo seu potencial muito cedo.
Um relatório federal estratégico foi publicado em 2008. Um segundo relatório é aguardado desde novembro. Em dezembro passado, o Programa Nacional de Pesquisa "oportunidades e riscos dos nanomateriais" foi lançado, com 18 pesquisas separadas.
Controvérsia
Peter Gehr, presidente do comitê de direção do PNR é muito crítico do estudo, que foi publicado na revista científica PNAS.
"É simplesmente impossível comparar a nanotecnologia com o amianto. É uma aberração", denuncia.
"Partir de uma reação celular aguda e deduzir que isso pode provocar câncer é simplesmente uma loucura", diz esse especialista em pulmões e professor de anatomia.
Peter Gehr admite, no entanto, uma grande "distância" entre nossos conhecimentos acerca de uma exposição crônica às nanopartículas e os efeitos a longo prazo sobre os humanos e o meio ambiente.
"É verdade, muitas questões ainda não têm resposta," diz Huma Khamis. "Por exemplo, como evoluem as nanopartículas nos produtos, será que elas formam moléculas maiores?"
Outro problema para os consumidores: hoje é impossível saber se um produto contém nanopartículas ou não.
O relatório anunciado para novembro deveria esclarecer certos produtos e poderia exigir que alguns sejam retirados do mercado, estima Huma Khamis.