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domingo, 21 de novembro de 2010

One day, cells from skin might repair your spine

NERVE cells with huge potential for treating paralysis could be made from a person's own skin or hair follicles, making spinal repair a more realistic prospect.
Studies in rats and dogs have already demonstrated that olfactory ensheathing cells (OECs), which insulate bundles of nerve cells, can help repair damage to the spinal cord and nerves leading to animals' paws.
In rats and dogs, these cells can repair damage to the spinal cord and nerves leading to animals' paws
The prospects for using them in treatments have been limited, however, because their only sources were thought to be the lining of the nose and the olfactory bulb in the brain where smell signals are processed. Biopsies from the human nose lining have only yielded tiny numbers of OECs, and obtaining them from the olfactory bulb would be invasive and potentially dangerous.
Clare Baker of the University of Cambridge and colleagues injected chicken and mice embryos with neural crest cells genetically engineered to glow green under ultraviolet light. Neural crest cells are primordial cells that have the potential to develop into nervous system cells, among others. By visually tracking the cells in the growing embryos, they found some became OECs (Proceedings of the National Academy of SciencesDOI: 10.1073/pnas.1012248107).
Because neural crest cells can also be isolated from skin and hair follicles, OECs could potentially be grown from a patient's own cells.
Geoffrey Raisman, who is developing treatments based on OECs at the Institute of Neurology in London, says the work could lead to a better source of the cells. "But the problem is not the source, it's whether you can generate enough cells for treatment," he says.
Baker agrees, and says the challenge now is to find out how to turn neural crest cells into huge quantities of OECs in the lab.

Médicos enxertam mão de garota na perna para futuro transplante

Menina que teve mão decepada só se recuperou 

após ficar três meses com órgão preso à perna


 A chinesa Ming Li, de nove anos, caminhava para a escola quando teve sua mão esquerda decepada ao ser atropelada por um trator. Os médicos chineses acreditaram que a mão poderia ser salva, mas o braço estava muito machucado para que o implante fosse feito com sucesso. Para que os tecidos da mão não morressem, os médicos enxertaram o órgão em uma das pernas da garota.
A mão de Ming Li só foi implantada de volta em seu braço três meses após o acidente, quandos os médicos avaliaram o tecido não sofreria rejeição por causa do ferimento.
Editora Globo
Mão da garota ficou ligada ao corpo pela perna
O médico Hou Jianxi, porta-voz do hospital de Zhengzhou, local do acidente, afirma que o transplante da mão de volta para o braço foi bem sucedido. "Quando ela chegou ao hospital, a mão estava completamente fora de seu braço. Era muito assustador", disse ele, em entrevista ao jornal Zhoukou Evening Post.
Segundo o médico, citado em reportagem do Orange News, ela já consegue mexer o pulso e o sangue voltou a circular normalmente no braço e na mão. "Com a terapia e mais algumas cirurgias de reparação, Ming Li será capaz de fazer a maioria das atividades sem problemas", disse Jianxi.

Alimentação pode prevenir e controlar sintomas das artrites


Nutricionista Karin Honorato dá orientações sobre alimentação adequada.
Veja o que você deve comer e o que é preciso evitar.

 A alimentação adequada pode prevenir e controlar sintomas das artrites que incomodam milhares de pessoas. A nutricionista Karin Honorato explica, no G1 MG, que o segredo é consumir alimentos que contêm Ômega 3 e , por isso, têm poder anti-inflamatório. Karin cita como exemplo o salmão, a sardinha,  semente de girassol, castanhas e nozes. Segundo a nutricionista, pessoas que sofrem com a artrite devem evitar laticínios e embutidos, açúcares e farinhas em excesso. 
O professor acupunturista e fitoterapeuta Fernando Braga complementa as explicações da nutricionista com orientações da medicina oriental. Ele destacou, por exemplo, o valor do gengibre no combate às dores provocadas pelas artrites.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Agenda Fiocruz: de 22 a 26 de novembro

SEGUNDA-FEIRA: 22/11

Defesa de dissertação de mestrado em saúde pública na Ensp: Trajetórias do processo de desinstitucionalização psiquiátrica no estado do Rio de Janeiro – uma análise a partir das estratégias políticas para hospital psiquiátrico. Por Anna Paula Aparecida de Lima Guitton. Orientadora: Tatiana Wargas de Faria Baptista.
Horário: 14h
Local: sala 413 da Ensp

2° Seminário da Rede Dengue: Desafios para políticas integradas de ambiente, atenção e promoção da saúde.
Horário: 8h
Local: auditório do Museu da Vida
O evento continua no dia 23/11.

TERÇA-FEIRA: 23/11

Seminário da Vice-presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência: Cidades saudáveis – perspectivas e desafios.
Horário: 9h
Local: EPSJV
O evento continua no dia 24/11.

Defesa de dissertação de mestrado profissionalizante em saúde pública na Ensp: Hepatites B e C no estado de Mato Grosso do Sul, 1999 - 2009. Por Wellington Miyazato. Orientadores: Reinaldo Souza dos Santos e Regina Fernandes Flauzino.
Horário: 9h
Local: sala 602 da Ensp

Seminários avançados de imunologia do IOC: Eosinophil activation - inflammatory role and immuno-modulatory potential. Por Christianne Bandeira de Melo, do laboratório intermediário de inflamação do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho/UFRJ.
Horário: 11h
Local: auditório Maria Deane / Pavilhão Leonidas Deane / IOC

QUARTA-FEIRA: 24/11

Defesa de dissertação de mestrado profissionalizante em saúde pública na Ensp: Descentralização da vigilância sanitária – análise dos serviços no contexto da municipalidade, microrregião Teles Pires, Mato Grosso, Brasil. Por Helena Yukiko Miyashita Ferrari. Orientadora: Marismary Horsth De Seta.
Horário: 13h30
Local: sala 1 do 4°andar da Ensp

Seminários de entomologia do IOC: Uma breve abordagem sobre o processo digestivo em Heteroptera com ênfase na familia Pentatomidae. Por Maria do Carmo Queiroz Fialho, doutora em biologia celular pela Universidade Federal de Viçosa.
Horário: 10h
Local: sala 29 do Pavilhão 108 / IOC

QUINTA-FEIRA: 25/11

Defesa de dissertação de mestrado profissionalizante em saúde pública na Ensp: Suicídio em Mato Grosso do Sul, Brasil - fatores sociodemográficos. Por Jacqueline dos Santos. Orientadores: Cosme Marcelo Furtado Passos da Silva e Simone Gonçalves de Assis.
Horário: 14h
Local: sala de reunião da Escola de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul

Defesa de dissertação de mestrado em saúde pública na Ensp: A regionalização da vigilância sanitária no estado de Mato Grosso – coordenação federativa e do trabalho. Por Valéria Cristhian Meneguini. Orientadora: Marismary Horsth De Seta.
Horário: 13h30
Local: sala 1 do 4°andar da Ensp

Sessão científica na Ensp: Direito e saúde em nanotecnologia. Por Willian Waissmann, pesquisador da Ensp.
Horário: 14h
Local: sala 901, do Prédio da Expansão

3° Oficina em políticas públicas de promoção, proteção e recuperação da saúde auditiva do trabalhador.
Horário: 9h
Local: auditório térreo da Ensp
O evento continua no dia 26/11.
 
SEXTA-FEIRA: 26/11

5º Colegiado de doutores do IOC (2ª fase)
Horário: 09h
Local: Hotel Windsor Barra

Farmanguinhos/Fiocruz desenvolve um novo princípio ativo para combater a malária

O Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz (Farmanguinhos/Fiocruz) está desenvolvendo um produto inovador para combater a malária. O sal híbrido Mefas é um insumo farmacêutico ativo (IFA) resultante da combinação de duas substâncias: artesunato e mefloquina. O novo fármaco representa uma evolução no tratamento da doença que mais mata no mundo. O estudo tem a colaboração do Centro de Pesquisa René Rachou (CPqRR/Fiocruz Minas).

 Os círculos marrons representam hemácias, as que apresentam pequenos pontos vermelhos estão infectadas com o <EM>Plasmodium vivax</EM>
Os círculos marrons representam hemácias, as que apresentam
pequenos pontos vermelhos estão infectadas com o Plasmodium vivax
Atualmente, Farmanguinhos produz o ASMQ, formulação em dose fixa combinada de artesunato e mefloquina, medicamento mais indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o tratamento da malária. Apesar da comprovada eficácia do medicamento, o paciente não está livre de efeitos colaterais. Para aliviar esses possíveis desconfortos, pesquisadores da área de síntese orgânica do Instituto, liderados pela pesquisadora Núbia Boechat, trabalham no novo sal híbrido.

Estudos têm mostrado que o Mefas é mais eficaz contra a malária do que os medicamentos artesunato e mefloquina, tanto usados separadamente quanto sob a forma do ASMQ. Além disso, segundo Núbia, o Mefas causa menos efeitos colaterais, pois o sal híbrido não apresentou toxicidade mesmo quando utilizado em dose 100 vezes superior à necessária.

Outra vantagem é que o Mefas consegue curar a malária com metade da dose do ASMQ, de acordo com testes feitos em animais. “Espera-se também que haja uma redução no custo de desenvolvimento e produção do medicamento, tendo em vista que as dificuldades técnicas poderão ser minimizadas pela utilização de apenas um IFA, o que não ocorre no ASMQ, no qual são utilizados dois IFAs”, explica a coordenadora.

Já começou a ser realizado o estudo comparativo da biodisponibilidade, teste que avalia o grau de absorção da substância pelo organismo e, consequentemente, sua disponibilidade no local de ação. Segundo Núbia, a meta agora é encontrar um parceiro – empresa farmacêutica ou entidade financiadora internacional – que viabilize a realização dos  estudos finais para se chegar ao produto registrado. Após essa etapa, o fármaco será disponibilizado à população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e a outros países endêmicos, tal como se faz com o ASMQ.

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