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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Evolutionary Relationships Hold, Even in Our Guts

It's all relative. The bacteria in this gorilla's gut
are similar to those of another gorilla species.

The human body is coated with bacterial cells. They live on our skin and between our teeth. They particularly like our warm, nutrient-filled gut, where they help digest food, make vitamins, and produce some seriously smelly gas. But when it comes to these gut bacteria, we are not what we eat. A new analysis of feces from humans and several other primates finds that evolutionary history, not diet, determines the makeup of our intestinal bugs.
Babies are born sterile, then they start picking up bacteria from their mothers. These microbes multiply and fill the intestines; one adult's gut can hold a thousand species. But it's not clear what exactly influences the makeup of that community—that is, what particular species of bacteria, in what quantities, hang out in our guts. It could depend mainly on what we get from our mothers, on what we eat, or on some other factor. Scientists have started using new genetic techniques to work out whether different species of animals have different communities; some studies in recent years have concluded that animals with similar diets have similar microbial communities.
To find out if diet was really key, Yale University evolutionary biologist Howard Ochman gathered samples of feces from 26 animals in the wild, representing three subspecies of chimpanzees, two species of gorillas, and two humans—one from Arizona and one from the Central African Republic, whose poop had originally been misidentified as belonging to an ape. Ochman didn't go out in the field for these samples; most were in freezers of colleagues who had collected them for other studies. "Basically, you get them by telephone," he says.
Ochman and colleagues sequenced the bacterial DNA in each sample and focused on a particular gene whose sequence varies from species to species. The primates varied in both the types of bacteria their guts contained and the number of bacteria of each type. The team used this data to construct a tree of the bacterial relationships among the primates. Primates with many of the same number and kind of gut bacteria were placed close together on the tree, and vice versa.
To Ochman's surprise, the tree matched the evolutionary relationship of the primates. The gut bacteria of the humans more closely resembled those of the two chimp subspecies, for example, than they did those of the gorilla species. "We were just amazed," Ochman says. Diet probably isn't a factor, because the two humans shared the same gut bacteria even though they lived in vastly different parts of the world.
Ochman doesn't know why our microbial communities are so similar to our evolutionary relationships, but he suspects there may something about a species' gut physiology that makes it welcoming to a particular community of microorganisms. His team reports its findings online today in PLoS Biology.
"I like their approach" of building a tree based on comparing the makeup of microbial communities in different animals' guts, says microbiologist and infectious disease specialist David Relman of Stanford University in Palo Alto, California. He agrees that these data suggest that evolutionary relationships are more important than diet, but without knowing the animals' diet, he says, "it's hard to know how strong a statement one can make about the role of diet."

Ganhador do Nobel de Medicina faz conferência na Fiocruz nesta quinta-feira (18/11)

O pesquisador Eric Kandel, prêmio Nobel de Medicina, fará uma conferência na Fiocruz nesta quinta-feira (18/11), às 11h, na Residência Oficial. O título da palestra será There is life after the Nobel Price: A molecular approach to the epidemiological gateway hypothesis of drug abuse. Laureado em 2000, Kandel dividiu o prêmio com Arvid Carlsson ePaul Greengard. Eles foram agraciados por suas descobertas relativas à transdução de sinal no sistema nervoso.

Kandel, que foi diretor do Center for Neurobiology and Behavior da Columbia University, em Nova York, foi premiado por suas descobertas de como a eficiência das sinapses pode ser modificada, e quais mecanismos moleculares participam desse processo. Ele demonstrou como as mudanças da função sináptica são centrais para o aprendizado e a memória. Pesquisador do Howard Hughes Medical Institute da Columbia University, Kandel nasceu na Áustria, em 1929, e é cidadão americano.

Mais informações:


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Acesso temporário gratuito à lista de títulos da Nature e aos 24 periódicos da Palgrave MacMillan


As bibliotecas de Saúde Pública e de Ciências Biomédicas disponibilizam, para toda a Fiocruz, o acesso trial (gratuito) à lista completa de títulos do Grupo Editorial Nature (19 títulos) e aos 24 periódicos eletrônicos da Palgrave MacMillan.

Para acessar o conteúdo da Nature, basta conectar-se ao site http://www.nature.com/siteindex/index.html, a partir de qualquer computador ligado à Rede Fiocruz. Para acessar o conteúdo dos periódicos eletrônicos, basta conectar-se ao site http://www.palgrave-journals.com/pal/jnlsubject.htmlNão é necessário senha ou login. O acesso gratuito aos conteúdos termina no dia 31 de dezembro.

Nature não é apenas uma revista, mas uma família de revistas, que abrangem as mais diversas áreas da ciência. Desta família, uma das publicações mais famosas é a Scientific American – revista de divulgação científica voltada ao público em geral. Na coleção consta o acesso ao periódico Nature, desde a sua primeira edição, de 1869. Já a coleção da Palgrave MacMillan cobre assuntos como História Social e Estudos Culturais, Ciência Política e Relações Internacionais, Educação, Economia e Finanças, Administração e Negócios, Religião e Filosofia, Letras e Lingüísticas, Literatura e Artes.

Comentários sobre a qualidade e a relevância dos conteúdos disponibilizados, bem como mais informações ou apoio ao acesso e à utilização da interface de pesquisa devem ser encaminhados para Fátima Martins (fmartins@icict.fiocruz.br) ou Monica Garcia (mgarcia@icict.fiocruz.br).

Agenda Fiocruz: de 16 a 19 de novembro

TERÇA-FEIRA: 16/11

Seminários avançados de imunologia do IOC: Reconhecimento imune inato de fungos patogênicos filamentosos. Por Rodrigo Tinoco Figueiredo, professor do instituto de microbiologia da UFRJ.
Horário: 11h
Local: auditório Maria Deane / Pavilhão Leonidas Deane / IOC
Defesa de tese de doutorado em biologia celular e molecular no IOC: O papel do ferro na modulação da infecção causada por Schistossoma mansoni – do hospedeiro ao parasita. Por Flávia Rachel Moreira Lamarão. Orientador: Milton Ozório Moraes.]
Horário: 16h
Local: auditório Maria Deane / Pavilhão Leonidas Deane / IOC

QUARTA-FEIRA: 17/11

Seminários de entomologia do IOC: A utilização da microscopia eletrônica de varredura no estudo dos insetos. Por Jacenir Reis Santos-Mallet, pesquisadora do laboratório de transmissores de leishmanioses do IOC.
Horário: 10h
Local: sala 1A do Pavilhão Arthur Neiva / IOC
Defesa de dissertação de mestrado em história das ciências e da saúde na COC: Intelectuais católicos, saúde e educação em Minas Gerais (1925-1930). Por Polyana Aparecida Valente Vareto. Orientador: Luiz Otávio Ferreira.
Horário: 10h
Local: sala 407 do Prédio Expansão
Centro de estudos da Ensp: Administração pública e política no Brasil. Por Christina Andrews, da Unifesp, Celina Souza, da UFBA, Maria Ferreira, da UFRB, e Patrícia Ribeiro, da Ensp.
Horário: 14h
Local: salão internacional da Ensp / 4°andar
1° Seminário de ensino e pesquisa do Teia/Escola/Manguinhos: Pesquisa e formação na ação – todos somos aprendizes!Horário: 9h
Local: auditório térreo da Ensp
O evento segue até o dia 19/11.

QUINTA-FEIRTA: 18/11 
 Defesa de tese de doutorado em biologia celular e molecular no IOC: Estudo do papel de via-4 na migração de linfócitos T provenientes de pacientes DMD. Por Luciana Rodrigues Carvalho. Orientador: Wilson Savino.
Horário: 10h
Local: auditório Emmanuel Dias / Pavilhão Arthur Neiva / IOC
Encontro às quintas na COC: Diplomacia da saúde – um campo conceitual e de prática em ascensão no mundo da saúde e da diplomacia? Por Paulo Marchiori Buss, diretor do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris) da Fiocruz.
Horário: 10h
Local: sala 408 do Prédio da Expansão
Centro de estudos de Farmanguinhos: Música, matemática e mitologia. Por Fernando Sandroni. Horário: 10h
Local: sala de conferência / CTM / Jacarepaguá

SEXTA-FEIRA: 19/11

Centro de estudos do IOC: Desafios da ciência, tecnologia e inovação para o século 21. Por Sérgio Mascarenhas Oliveira, coordenador de projetos do IEA/USP-SC e diretor do Programa Internacional de Estudos e Projetos para a América Latina (Piepal).
Horário: 10h
Local: auditório Emmanuel Dias / Pavilhão Arthur Neiva / IOC
Defesa de dissertação de mestrado profissionalizante em saúde pública na Ensp: Tuberculose no município de Porto Velho – Rondônia no período de 1997 a 2008 – um estudo ecológico. Por Maria do Carmo Lacerda Nascimento. Orientador: Paulo Cesar Basta.
Horário: 9h
Local: sala 406 da Ensp

Cérebro avalia perigo em várias áreas, diz estudo

Com aranhas, pesquisadores de Cambridge,
 tentam entender mecanismos do medo.

Editora Globo

Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, usaram tarântulas e uma aparelho de ressonância magnética para estudar como o medo age no cérebro humano. Eles descobriram que quando percebemos um perigo iminente, nosso cérebro trabalha em várias frentes para avaliar a melhor maneira de escapar.

O medo é uma das emoções humanas mais primitivas, por isso os pesquisadores já imaginavam que ele era representado em várias áreas do cérebro interligadas. Para entender melhor o processo, os pesquisadores decidiram estudar o medo de aranhas.

Vinte voluntários passaram por uma ressonância magnética enquanto assistiam a um vídeo que mostrava aranhas aparentemente sendo colocadas próximas de seus pés no momento em que estavam dentro dos equipamentos médicos.

Quando a aranha era colocada muito perto dos pés, áreas do cérebro responsáveis pela defesa imediata e pelo pânico eram ativadas. Mas se os animais eram afastados, outras partes do cérebro entravam em ação: as de vigilância e monitoramento de ameaças.

Em conjunto com outros estudos, os resultados sugerem que, diante de um perigo imediato, várias áreas do cérebro trabalham juntas avaliando a ameaça por vários "pontos de vista". O próximo passo dos pesquisadores é estudar o funcionamento das fobias.