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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Everyday BPA Exposure Decreases Human Semen Quality


The more bisphenol A men were exposed to--at work or through the environment--the worse off their sperm were, according a new study that finds the link in humans


The common industrial chemical bisphenol A(BPA) has been linked to many ills, including reproductive abnormalities, cardiovascular disease and cancer. Much of the evidence for these associations, however, has been drawn from animal or in vitro research and has been somewhat controversial as to its precise implications for human health.


human sperm are affected by plastics chemical BPA

MAN DOWN: Levels of BPA way below
those currently tolerated by government
 agencies seem to have negative effects 
on the viability of sperm
Now, a human study has found strong links between BPA levels and semen quality—and the findings are not looking good, especially for men frequently exposed to the compound on the job.

Researchers studied the urine (where BPA can be measured) and semen of 218 male factory workers in China, some of whom make BPA or put it into other products (such as plastics and epoxy resins that line cans), and the remainder, whose work did not put them in direct contact with the chemical.

Compared with the control group, the men who worked in the BPA-based factories had more than four times the chance of having lowered sperm counts and more than double the risk of having lower sperm motility (swimming ability). The results of the analysis, which controlled for potentially confounding factors (including age, heavy metal and other chemical exposures, chronic disease, smoking, alcohol use, sexual history, etcetera), were published online October 28 in Fertility and Sterility in a study led by De-Kun Li, a reproductive and perinatal epidemiologist at the Kaiser Permanente Division of Research in Oakland, Calif.

The men in the study group who had not been exposed to BPA in the workplace nonetheless had been subject to everyday environmental contact, such as with BPA-containing food or beverage containers. But even these men, whose levels were slightly lower than those found in a typical U.S. man, showed decreased semen quality that correlated with their relative BPA levels.

The precise mechanisms by which BPA might be affecting sexual function and semen quality are not yet well understood. The chemical is thought to be seen by the body as an estrogen and anti-androgen and likely disrupts hormones and hormone receptors, thus, possibly affecting hormone-dependent semen production and survival.

Previous studies by Li and his colleagues had linked environmental BPA exposure in U.S. men to sexual dysfunction. The new analysis, however, presents more objective data and implies "that BPA may have even more toxicity than we thought," Li says.

The new findings help corroborate results from another human study published earlier this year, which found that men who had the highest levels of BPA in their urine had about 23 percent lower sperm concentrations. This study, published online in July in Reproductive Toxicology, had recruited male subjects via a fertility clinic.John Meeker, an assistant professor of environmental health sciences at the University of Michigan School of Public Health, who led the July study and was not involved in the newest research, notes that the latest work from Li's group helps strengthen the case that BPA might not just be passing inertly through our bodies.

Li hopes that his team's work will help add to a growing body of literature that suggests current regulatory standards for BPA concentrations are outdated. "U.S. regulation is way out of whack," Li says. The men in his team's study who worked in the BPA-processing plants had median concentrations of about 38.7 micrograms of BPA per liter of urine, which was about 40 times higher than the control group (which had about 1.4 micrograms per liter—lower than average U.S. male levels, 2.3 micrograms per liter). Current U.S. regulatory standards, however, place daily intake limits at about 70 times the amount (2,687.5 micrograms per liter) that the BPA factory workers had. The U.S. Food and Drug Administration is in the process ofreviewing current safety data on the chemical, and as of this March the U.S. Environmental Protection Agency had listed it as a "chemical of concern."

Both Li and Meeker emphasize the importance of consistent findings in human studies, which "gives you some more confidence in the existence of an association," Meeker says. And, says Li, "Our findings are consistent with animal studies," which can provide clues as to the biological processes behind the changes.
Just how much—and how often—people are exposed to BPA is still up for debate. But new tests, which continue to consistently find the compound in people's urine, suggest that either it is not cleared from the body as quickly as people have previously thought (in four to six hours) or, says Meeker, that "we're probably exposed on a daily basis—from a variety of sources."

New studies are looking to embryonic development, to see whether BPA exposure during pregnancy is having any deleterious effects on development. To Li, finding such striking differences in the quality of semen, the supply of which renews about every 90 days, is an indication that it might be having even more profound effects elsewhere in the body—of both males and females. "You have to wonder, if BPA does impact the semen, what else can it impact," he says.

Rato-toupeira pelado pode ser um super-roedor

Cientistas passaram a estudar o animal para entender segredo de sua longevidade e super-resistência. Não, não estamos xingando o pobre animal. Este é o nome popular da espécie Heterocephalus glaber, que é feia, enrugada e pelada, mas vive muitos anos a mais do que ratos comuns, não é afetado por produtos químicos e nunca tem câncer. E, por isso, começa a despertar a curiosidade de cientistas que buscam entender problemas que afetam os humanos, como câncer e envelhecimento.

Editora Globo
Foto: Juha Ristolainen
"O rato-toupeira pelado é uma espécie antiga. Sua estrutura social é como a dos insetos", afirma Thomas Park, biólogo da Universidade de Illinois, em Chicago, que estuda os animais. Por muito tempo a ciência se concentrou em seu modo de vida diferente, mas só agora começa a estudar suas outras características interessantes.
Geralmente a expectativa de vida dos animais está diretamente relacionada a seu tamanho. Os pequenos vivem menos do que os grandes. Enquanto ratos e camundongos vivem cerca de 3 anos em cativeiro, os pelados chegam a 30 anos. Eles são os roedores que mais vivem. E não pense que eles sofrem muito com a velhice. Seus ossos continuam fortes, o corpo em forma, nenhum sinal de doenças do coração e câncer. E as fêmeas continuam a procriar mesmo com o peso da idade.
Rochelle Buffenstein, fisiologista da Universidade do Texas estuda os animais há 30 anos e agora quer encontrar explicações moleculares para sua longevidade. Um das teorias de envelhecimento mais aceitas é a do estresse oxidativo, que diz que oxigênio contendo radicais livres danificam as moléculas do corpo com o tempo, até que elas parem de funcionar de vez. Para ela, os ratos pelados têm uma taxa menor de danos oxidativos do que espécies menores.
Editora Globo
Mas para surpresa da pesquisadora, ela descobriu níveis maiores de danos oxidativos em ratos pelados do que em camundongos comuns da mesma idade. Com a diferença que os danos não tinham impactos no bem estar dos parentes sem pelos.
Para entender o que acontece, a fisiologista observou a estrutura tridimensional das proteínas dos roedores. As estruturas dos ratos comuns começam a perder a forma assim que elas sofrem danos oxidativos, e faz com que parem de trabalhar direito, enquanto a proteína dos "carecas" aguenta muito mais a oxidação antes de perder a forma. "Achamos que a estabilidade da proteína é um componente importante da longevidade. Se suas proteínas mantém a integridade, se têm mecanismos para se proteger, não importa o tipo de estresse que ela vai sofrer", diz a pesquisadora.
Câncer
Muitos camundongos têm tumores detectados quando morrem, mas a doença nunca foi encontrada nos ratos pelados. "Toda vez quem um morre, tentamos descobrir o motivo. Nunca vimos um tumor, lesões e sinais de linfoma. Nós sabemos que eles não têm câncer relacionado ao envelhecimento", diz Rochelle.
Os pesquisadores injetaram células cancerígenas de roedores e humanas nos animais. Em duas semanas, os camundongos desenvolveram a doença. E seis meses depois, os ratos pelados não apresentavam nenhum problema. As células anormais continuaram em seu corpo, mas param de se replicar. "Acreditamos que os ratos-toupeira têm um mecanismo de vigilância melhor para acessar o que há de errado em seu DNA", diz. Quando algo dá errado, as células são seladas e ficam incapazes de reproduzirem.
Uma outra possibilidade investigada por cientistas da Universidade de Rochester é que as células destes animais param de se multiplicar bem antes que as nossas e as dos outros roedores. A equipe está tentando identificar sinais extracelulares que façam com que as células tumorais parem de se replicar, para quem sabe um dia ativar ou injetar o mesmo mecanismo em humanos.
Outra curiosidade investigada sobre esses animais é sua resistência a dores químicas. Quando entram em contato com pimenta, por exemplo, eles não sentem nada. Sentir dor é importante. Quando encostamos no fogo, a dor avisa que há algo de errado, por exemplo. Mas dores pós-cirúrgicas e outras situações poderiam ser evitadas se os cientistas conseguirem imitar o mecanismo dos ratos.
Segundo Park, a explicação para a resistência a dor poderia ser o local onde os animais vivem, no subterrâneo com níveis baixos de oxigênio e altas concentrações de amônia e dióxido de carbono, que afetariam nervos que o animal "desliga" para sobreviver.

sábado, 30 de outubro de 2010

3 a 5 de Nov - I Workshop de Biodiversidade e Inovação em Fitomedicamentos no Estado do Rio de Janeiro

O Núcleo de Gestão da Biodiversidade e Saúde de Farmanguinhos promoverá  o   Workshop de Biodiversidade e Inovação em Fitomedicamentos no Estado do Rio de Janeiro, nos dias 3, 4 e 5 de novembro.

As inscrições para o evento podem ser feitas até 18 de outubro. Para se inscrever, é necessário se cadastrar no portal, preencher os dados e enviar um e-mail para workshop.inscricoes@gmail.com , colocando nome completo, instituição, identidade, e-mail e telefone.Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

Veja a programação:

DIA 03/11/2010

9h Conferência Dinâmica participativa dos trabalhadores industriais e dos representantes políticos na discussão do uso de energia  atômica na   França - Christiane Gilon e Patrice Ville

DIA 04/11/2010 

9h – Abertura Oficial 
Coordenador do Núcleo de Gestão da Biodiversidade e Saúde: Glauco de Kruse Villas Bôas 
Governador do Estado do Rio de Janeiro: Sérgio Cabral 
Prefeito do Município do Rio de Janeiro: Eduardo Paes 
Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro: Sérgio Luiz Côrtes da Silveira 
Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro: Luiz Edmundo Horta Barbosa da Costa Leite 
Secretaria Estadual de Educação: Wilson Risolia 
Representante da Secretaria do Ambiente - SEBEE: Eduardo Idelfonso Lardosa 
Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento: Alberto Messias Mofati 
Deputado Estadual: Carlos Minc 

Presidente da Fundação Oswaldo Cruz: Paulo Gadelha 
Vice Presidente Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde: Valcler Rangel Fernandes 
Assessoria de Coordenação Internacional: Paulo Marchiori Buss 
Diretor de Farmanguinhos: Hayne Felipe da Silva 
10h15 - Coffe Breack 

Mesas Redondas: 


10h30 - Apresentação do Projeto Biodiversidade e Inovação em Fitomedicamentos no Estado do Rio de  Janeiro.
Gestora Mata Atlântica: Andréa Gomes 
Assistente do Grupo de Economia da Inovação - IE/UFRJ: Helena Klein 
Assessora da ABIFINA: Ana Cláudia Dias 
Gestora do Projeto, Especialista em Gestão da Inovação: Patrícia Teixeira 
Intermediador: Glauco de Kruse Villas Bôas 
12h30 - Almoço 
14h - Diagnóstico da Redefito-Mata Atlantica/RJ

Levantamento dos ICTs: João Tostes 
Comunidades Tradicionais/UFRJ: Luci Senna 
Levantamento Florístico/Jardim Botânico: Yara Britto 
Mapeamento dos Agricultores do RJ/EMATER: Solimar de Faria 
Laboratórios Privados no RJ: Ana Cláudia Dias 
Apresentação dos APL no RJ: Andréa Gomes 
Intermediador: Glauco de Kruse Villas Bôas 
15h - Gestão do Conhecimento

NGBS/FARMANGUINHOS - Educação e Gestão de TI em RedeRosane Abreu 
UERJ/IPERJ - O papel da incubadora de Empresas no desenvolvimento de Fitomedicamentos no RJLanice Fagundes 
NGBS/FARMANGUINHOS - Dinâmica Participativa do PROFITO na construção do conhecimento agrícola:Sandra de Fraga Magalhães 
UNIVERSIDADE PARIS VIII – Intervenção da metodologia de socioanálise nas atividades das RedesFito, do Núcleo de Gestão da Biodiversidade em Saúde: Patrice Ville e Christiane Gillon 
Intermediadores: Maria da Conceição do Nascimento Monteiro e Regina Nacif 
16h - Produção Agrícola 
UFRRJ - Produção OrgânicaArgemiro Sanavria e Marcos Palmeira 
UFRJ – AgroecologiaAntonio Carlos de Souza Abboud / Valério Morelli – PAF / NGBS 
Intermediador: Marly Terezinha 
17h - Conclusão dos trabalhos apresentados 
NGBS/FARMANGUINHOS: Regina Coeli Nacif 

DIA 05/11/2010 

9h - Produção de fitomedicamentos no Estado do Rio de Janeiro 
ALFOB - O papel dos Laboratórios Oficiais na Articulação de P&DSilvana Jales 
IVB – O Laboratório Oficial e a produção de Fitomedicamentos no RJ: Maria Athana 
ABIFINA – O papel da Indústria Farmacêutica na Inovação de Fitomedicamentos a partir da biodiversidade brasileira: Ana Cláudia Dias 
Intermediador: Jislane Guilhermino 
10h - A Farmácia Modelo 
Representante da Farmácia Modelo da UFRJ 
Intermediador: Andréa Gomes 
11h15 - Coffe Breack 
11h30 - Pesquisa e Desenvolvimento de Fitomedicamentos no Rio de Janeiro 
FARMANGUINHOS - Gestão das Redes: Jislaine Guilhermino 
FARMANGUINHOS - P&D em rede para inovação de FitomedicamentosMaria das Graças Henriques 
FARMANGUINHOS - A importância da fitoquímica de produtos no desenvolvimento (principais perspectivas e dificuldades)Maria Raquel Figueiredo 
INPA - Química e atividades biológicas de plantas medicinaisAdrian Pohlit / UFRJ – Patrícia Dias 
Intermediador: Wanderli Tadei 
12h30 - Almoço 
14h - Banco de Dados 
IBGE - Banco de dados de informações de coleções científicas – webNadir Costa

FARMANGUINHOS - Gestão da Informação em Fitomedicamentos: Gildázio Pereira da Silva Júnior 
NGBS - Rubens Récio 
15h - Projetos da RedeFito Mata Atlântica/RJ: Pôsteres 
16h - Assinaturas de Acordos de Cooperação nacional e internacional

Assinatura do Termo de Compromisso e Acordo de Cooperação da RedeFito Mata Atlântica/RJ 
Apresentação da Minuta dos Acordos de Cooperação Internacional entre FARMANGUINHOS/FIOCRUZ e a Universidade Saint Denis-Paris VIII e Universidade da Alemanha

Intermediadores: Maria da Conceição do Nascimento Monteiro, Regina Nacif, Rosane Abreu, Jislane Guilhermino e Patrícia Teixeira 
Encerramento do evento:

Coordenador do Núcleo de Gestão da Biodiversidade e Saúde: Glauco de Kruse Villas Bôas

Curso de Aperfeiçoamento em Tuberculose

Está aberta a seleção para preenchimento das 40 (quarenta) vagas do Curso de Aperfeiçoamento em Tuberculose oferecido pelo Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas(IPEC/Fiocruz).O público alvo são os profissionais de saúde de nível superior que atuam ou desejam atuar na assistência ou controle da tuberculose.
 
As inscrições vão até 04 de novembro. O Curso de Aperfeiçoamento em Tuberculose, coordenado pela Dra. Valéria Cavalcanti Rolla, tem carga horária total de 200 horas. As aulas serão ministradas de segunda à sexta-feira, em tempo integral (9h às 17h), na Vice-Direção de Ensino do IPEC, no período de 05 a 30 de novembro de 2010.
 
A Chamada Pública pode ser acessada pelo site do IPEC (www.ipec.fiocruz.br)

Agenda Fiocruz: de 3 a 5 de novembro

QUARTA-FEIRA: 3/11

Evento do Icict: Lançamento do suplemento temático da RECIIS (Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde) sobre políticas de comunicação, democracia e cidadania. Após o lançamento, haverá debate com Guillermo Mastrini (Argentina); Marcos Dantas (UFRJ); Bia Barbosa (Intervozes); e Álvaro Nascimento (Ensp/Fiocruz).
Horário: 9h
Local: auditório da Escola Politécnica de Saúde (EPSJV/Fiocruz).


1º Workshop de Biodiversidade e Inovação em Fitomedicamentos no Estado do Rio de Janeiro
Horário: 9h
Local: CTM/Farmanguinhos (Jacarepaguá)
Obs. O evento vai até 5/11.


Encontro às Quintas da COC: A questão do desenvolvimento no pensamento social brasileiro (1930-1970). Por Vera Cepeda (UFScar).
Horário: 10h
Local: sala 407 do Prédio da Expansão


3º Encontro da Rede Iberoamericana em História da Psiquiatria
Horário: 14h
Local: auditório do Museu da Vida

Defesa de dissertação de mestrado profissional em ensino em biociências e saúde no IOC: Educação ambiental numa abordagem interdisciplinar a partir da reutilização de embalagens cartonadas longa vida. Por Mauro Benetti Mallet. Orientadora: Cláudia Mara Lara Melo Coutinho.
Horário: 14h
Local: Auditório Emmanuel Dias/Pavilhão Arthur Neiva/IOC


QUINTA-FEIRA: 4/11

Defesa de dissertação de mestrado em pesquisa clínica em doenças infecciosas no Ipec: Conhecimento, atitudes e práticas frente à exposição ocupacional ao Sporothrix schenckii entre estudantes de medicina veterinária do Rio de Janeiro. Por Denise Torres da Silva. Orientadores: Rodrigo Caldas Menezes e Sandro Antonio Pereira.
Horário: 9h
Local: auditório do Pavilhão de Ensino do Ipec
 

Defesa de dissertação de mestrado em saúde pública na Ensp: Exposição a ruído e hipertensão arterial: investigação de uma relação silenciosa. Por Tatiana Cristina Fernandes de Souza. Orientadores: Marisa Moura e Andre Reynaldo Santos Périssé.
Horário: 9h
Local: sala 41 do Cesteh/Ensp


Defesa de dissertação de mestrado profissional em saúde pública na Ensp: Avaliação da implantação do Programa Estadual de Incentivo à Saúde da Família no município de Poconé – MT. Por Gilce Maynard Buogo Gattas. Orientadores: Marly Marques da Cruz e João Henrique Gurtler Scatena.
Horário: 14h
Local: sala 626 da Ensp


Defesa de dissertação de mestrado profissional em saúde pública na Ensp: A segurança das informações em saúde sob responsabilidade do DATASUS: uma análise com enfoque na privacidade e na confidencialidade. Por Maurício de Souza Rosário. Orientadora: Ilara Hämmerli Sozzi de Moraes.
Horário: 14h30
Local: sala 928 da Ensp


SEXTA-FEIRA: 5/11 

Defesa de dissertação de mestrado em saúde pública na Ensp: Análise do processo de conformação do perfil assistencial nos hospitais federais do Estado do Rio de Janeiro. Por Luciane Binsfeld. Orientador: Francisco Javier Uribe Rivera.
Horário: 9h
Local: sala 406 da Ensp          

Centro de Estudos do IOC: DNA barcodingHealthBOL e BR-BOL: o que são e que benefícios poderão trazer para nossa instituição. Por Pedro Cordeiro Estrela, do Laboratório de Biologia e Parasitologia de Mamíferos Silvestres Reservatórios do IOC, e Fernando Araujo Monteiro, do Laboratório de Doenças Parasitárias do IOC.
Horário: 10h
Local: Auditório Emmanuel Dias/Pavilhão Arthur Neiva/IOC