Pesquisar Neste Blog

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Journal of Veterinary Internal Medicine © American College of Veterinary Internal Medicine Early View (Online Version of Record published before incl


  1. Original Articles

    1. You have full text access to this content
      Absence of Equid Herpesvirus-1 Reactivation and Viremia in Hospitalized Critically Ill Horses

      E. Carr, H. Schott and N. Pusterla

      Article first published online: 16 AUG 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0775.x

    2. You have full text access to this content
      Assessment of Global and Regional Left Ventricular Volume and Shape by Real-Time 3-Dimensional Echocardiography in Dogs with Myxomatous Mitral Valve Disease

      I. Ljungvall, K. Höglund, C. Carnabuci, A. Tidholm and J. Häggström

      Article first published online: 16 AUG 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0774.x

    3. You have full text access to this content
      Use of Computed Tomography Adrenal Gland Measurement for Differentiating ACTH Dependence from ACTH Independence in 64 Dogs with Hyperadenocorticism

      M.I. Rodríguez Piñeiro, P. de Fornel-Thibaud, G. Benchekroun, F. Garnier, C. Maurey-Guenec, F. Delisle and D. Rosenberg

      Article first published online: 16 AUG 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0773.x

    4. You have full text access to this content
      Evaluation of Kidney Injury in Dogs with Pyometra Based on Proteinuria, Renal Histomorphology, and Urinary Biomarkers

      B. Maddens, R. Heiene, P. Smets, M. Svensson, L. Aresu, J. van der Lugt, S. Daminet and E. Meyer

      Article first published online: 16 AUG 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0772.x

    5. You have full text access to this content
      Echocardiographic and Tissue Doppler Imaging Alterations Associated with Spontaneous Canine Systemic Hypertension

      C. Misbach, V. Gouni, R. Tissier, E. Trehiou-Sechi, A.M.P. Petit, C. Carlos Sampedrano, J-L. Pouchelon and V. Chetboul

      Article first published online: 16 AUG 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0771.x

  2. Case Reports

    1. You have full text access to this content
      Degenerative Myelopathy in a Bernese Mountain Dog with a Novel SOD1 Missense Mutation

      F.A. Wininger, R. Zeng, G.S. Johnson, M.L. Katz, G.C. Johnson, W.W. Bush, J.M. Jarboe and J.R. Coates

      Article first published online: 16 AUG 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0760.x

  3. Original Articles

    1. You have full text access to this content
      Antimicrobial Activity of Gallium Nitrate against Mycobacterium avium subsp.paratuberculosis in Neonatal Calves

      M.-E. Fecteau, R.H. Whitlock, T.L. Fyock, S.C. McAdams, R.C. Boston and R.W. Sweeney

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0768.x

    2. You have full text access to this content
      Class II Major Histocompatibility Complex Expression and Cell Size Independently Predict Survival in Canine B-Cell Lymphoma

      S. Rao, S. Lana, J. Eickhoff, E. Marcus, P.R. Avery, P.S. Morley and A.C. Avery

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0767.x

    3. You have full text access to this content
      Serum and Bronchoalveolar Lavage Fluid Endothelin-1 Concentrations as Diagnostic Biomarkers of Canine Idiopathic Pulmonary Fibrosis

      E. Krafft, H.P. Heikkilä, P. Jespers, D. Peeters, M.J Day, M.M. Rajamäki, K. Mc Entee and C. Clercx

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0766.x

    4. You have full text access to this content
      Treatment of Aseptic Dogs with Hemorrhagic Gastroenteritis with Amoxicillin/Clavulanic Acid: A Prospective Blinded Study

      S. Unterer, K. Strohmeyer, B.D. Kruse, C. Sauter-Louis and K. Hartmann

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.00765.x

  4. Case Reports

    1. You have full text access to this content
      Multisystem Cranial Polyneuritis and Ganglionitis in a Dog

      K. Foss, R.C. da Costa, K. Wolk, P. Stromberg, L.T. Guo and G.D. Shelton

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0764.x

  5. Original Articles

    1. You have full text access to this content
      Distribution of Flunixin Meglumine and Firocoxib into Aqueous Humor of Horses

      H.G. Hilton, K.G. Magdesian, A.D. Groth, H. Knych, S.D. Stanley and S.R. Hollingsworth

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0763.x

    2. You have full text access to this content
      Cardiac Magnetic Resonance in the Differentiation of Neoplastic and Nonneoplastic Pericardial Effusion

      K.N. Boddy, M.M. Sleeper, C.D. Sammarco, C. Weisse, S. Ghods and H.I. Litt

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0762.x

    3. You have full text access to this content
      Systemic Effects of a Prolonged Continuous Infusion of Ketamine in Healthy Horses

      J.R. Elfenbein, S.A. Robertson, A.A. Corser, R.J. Urion and L.C. Sanchez

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0761.x

    4. You have full text access to this content
    5. You have full text access to this content
      Synovial Fluid D-Dimer Concentration in Foals with Septic Joint Disease

      T. Ribera, L. Monreal, L. Armengou, J. Ríos and M. Prades

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0758.x

    6. You have full text access to this content
      A Novel Movement Disorder in Related Male Labrador Retrievers Characterized by Extreme Generalized Muscular Stiffness

      A.E. Vanhaesebrouck, G.D. Shelton, L. Garosi, T.R. Harcourt-Brown, J. Couturier, S. Behr, R.J. Harvey, N.D. Jeffery, K. Matiasek, W.F. Blakemore and N. Granger

      Article first published online: 22 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1939-1676.2011.0757.x

    7. You have full text access to this content

Teste sua saúde cardíaca

Calculadora mostra risco de morte por doença coronariana. O resultado dá apenas uma noção dos fatores de risco e não substitui uma consulta médica e exames detalhados

Cirurgia cardíaca menos invasiva é desenvolvida em SP


Implante desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com a Braile Biomédica, de São José do Rio Preto, promete corrigir desgastes na válvula do coração sem precisar abrir o peito do paciente, num procedimento mais simples e rápido que o realizado atualmente pelos médicos.
Tempo de recuperação cai para apenas 15 dias - Epitácio Pessoa/AE
O grupo criou uma válvula artificial, feita com pericárdio bovino (a pele que reveste o coração do boi), que pode ser implantada no paciente com a ajuda de um cateter, inserido por meio de um corte pequeno.
O implante é indicado para uma doença chamada estenose aórtica grave - um desgaste ou calcificação da válvula que regula o fluxo sanguíneo do coração para a aorta. A maioria dos pacientes com o problema é idosa, o que torna a cirurgia tradicional, feita com o peito aberto, de altíssimo risco.
Pela nova proposta, o tempo da cirurgia cai de 2 horas para 40 minutos e a recuperação, que leva de dois a três meses, ocorre em cerca de 15 dias. O corte, que na cirurgia convencional chega a 30 cm, resume-se a uma incisão de 5 cm.
O aparelho, com diâmetro médio de 24 cm, é prensado, introduzido no coração com um cateter e inflado com a ajuda de um minibalão, fixando-se na parede do coração. O processo todo é acompanhado em monitores com imagens de raio X.
Ainda em fase experimental, o implante já foi testado em 128 pacientes. Desses, pelo menos 20 estavam internados sem condições de alta e, depois de operados, deixaram o hospital.
Batizada de Inovare, a válvula aguarda aprovação Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser produzida comercialmente.
"Um estudo mostrou que 31,8% dos pacientes com estenose aórtica não podiam ser operados pelo método tradicional, por isso tivemos o impulso de fazer uma coisa menos invasiva", explica o cirurgião Domingo Braile, fundador da Biomédica. "Investimos R$ 3 milhões para desenvolver o projeto", conta.
A empresa estima que, assim que receber autorização para comercializar a válvula no País, receberá uma demanda de dez unidades por mês. Ela também pretende exportar o produto.
Inovação. Pioneira em válvulas cardíacas de pericárdio de boi - a primeira foi feita em 1973 e hoje são 70 mil fabricadas -, a Braile está envolvida em outro projeto inovador. Em cooperação científica com outras instituições, vai lançar próteses para substituir porções do aparelho digestivo suprimidas em razão do câncer.
Entre os produtos, uma prótese permite ao paciente submetido à retirada do esôfago voltar a se alimentar pela boca.

SUS amplia internação domiciliar

Até o fim do ano, pelo menos 15 mil brasileiros internados em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão voltar para suas casas e continuar a receber cuidados médicos, por meio de home care.

Os novos critérios para internação domiciliar serão divulgados até amanhã pelo governo. A principal novidade é o pagamento de R$ 34.500 ao mês por equipe médica. Para este ano, o orçamento do Ministério da Saúde prevê a contratação de 250 equipes, cada uma com capacidade para atender 60 pacientes.

A meta é chegar a mil equipes até 2014. "Vai substituir muita demanda de internação hospitalar e vai agilizar o giro nas portas de urgência", afirma o secretário de Atenção à Saúde do ministério, Helvécio Miranda. "É um programa que alia a segurança hospitalar com o conforto do lar, oferecendo um atendimento mais humanizado."

O SUS criou os primeiros critérios para a internação domiciliar há cinco anos, recomendando esse tipo de cuidado para idosos, portadores de doenças crônicas ou câncer - com exceção daqueles que precisam de ventilação mecânica. Como não havia previsão de verba federal para a formação de equipes, poucos Estados e municípios se mobilizaram. Apenas 77 hospitais no País se credenciaram junto ao SUS.

Entre as iniciativas bem-sucedidas está a da Bahia. Criado em 2008, o serviço havia atendido 2.212 pacientes até dezembro. As 26 equipes - formadas por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas - estão divididas em 14 hospitais de dez municípios.

Nesse período, 40% das internações domiciliares ocorreram por tratamentos de feridas, 30% por sequelas neurológicas, 13% por hipertensão arterial e 10% por diabete. São pacientes que passaram pela internação convencional, tiveram o quadro estabilizado, mas ainda precisavam de cuidados médicos.

"Além de não estar exposto a possíveis infecções no hospital, o paciente se recupera muito mais rapidamente", afirma Ledívia Espinheira, diretora de Atenção Especializada da Secretaria de Saúde da Bahia.

A prefeitura de Belo Horizonte criou seu programa em 2002, antes da portaria do SUS. No ano passado, foram admitidos 4.792 pacientes - média de 400 por mês. Eles ficam cerca de 15 dias em acompanhamento. Em março deste ano, um quinto das internações nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) foram encaminhadas para atendimento domiciliar.

"A nova portaria dará um novo impulso para esse tipo de atendimento. Não é uma política isolada, faz parte da rede de urgência que inclui as UPAs, o SAMU, a rede de atenção básica", afirma Helvécio Miranda.

Limites. O novo programa não limita as enfermidades que podem ser atendidas, mas mantém a exclusão aos pacientes que dependem de ventilação mecânica. "Precisamos fazer um planejamento que sirva para o País todo. Mas poderá ser reavaliado", afirmou o secretário.

A condição básica para que o paciente seja encaminhado para a internação domiciliar é ter um cuidador, alguém que se responsabilize pelo seu atendimento. "A família é fundamental para a recuperação do paciente", diz Midori Uchino, coordenadora do Programa de Atendimento Domiciliar ao Idoso (Padi), da Secretaria Municipal do Rio.

Foi o que aconteceu com o aposentado José Pereira da Rocha, de 84 anos, que tem sequela de acidente vascular cerebral e voltou para casa em estado vegetativo. Com o acompanhamento, ele voltou a falar e a se alimentar sozinho. A equipe ajuda a organizar a rotina de medicamentos e fonoaudiólogas, nutricionistas e enfermeiras se revezam no cuidado ao aposentado.

O Padi completa um ano esta semana acompanhando 506 idosos. "É o equivalente a um Hospital Souza Aguiar. É como se tivéssemos um hospital virtual", compara o secretário de saúde, Hans Dohmann.

Sobrecarga. No Instituto Nacional de Câncer (Inca), que tem 280 pacientes em cuidados domiciliar, a preocupação com o cuidador é tanta que foi instituída a internação por sobrecarga do cuidador. "Às vezes, o familiar não consegue lidar com a enfermidade. A equipe identifica a situação e oferece a internação por uma semana", explica Julio Cesar de Souza, chefe da assistência domiciliar do Hospital Inca 4. No período, o cuidador pode conhecer outros acompanhantes e trocar experiências.

Finalmente, uma explicação de como o estresse causa danos ao DNA


Rota do estresse até o DNA
Durante anos, cientistas têm publicado artigos que associam o estresse crônico a danos cromossômicos - danos ao DNA.
Mas ninguém havia sido capaz de unir as duas pontas, ou seja, como exatamente o estresse induz o dano efetivo à chamada molécula da vida.
Agora, pesquisadores da Universidade Duke, nos Estados Unidos, descobriram um mecanismo que ajuda a explicar a resposta ao estresse, em termos de danos ao DNA.
O artigo acaba de ser publicado na revista Nature.
Estresse, adrenalina e DNA
"Acreditamos que este artigo é o primeiro a propor um mecanismo específico através do qual uma marca registrada do estresse crônico, a adrenalina elevada, poderia, eventualmente, causar danos ao DNA, que é detectável," disse o autor sênior do estudo, Robert J. Lefkowitz.
No estudo, camundongos receberam infusões com um composto similar à adrenalina, que funciona através de um receptor chamado de receptor adrenérgico beta.
Os cientistas descobriram que este modelo de estresse crônico aciona rotas biológicas que finalmente resultam no acúmulo de danos ao DNA.
"Isso pode nos dar uma explicação plausível de como o estresse crônico pode levar a uma variedade de condições e distúrbios humanos, que vão desde alterações meramente cosméticas, como cabelos grisalhos, até doenças graves potencialmente fatais," disse Lefkowitz.
Guardiã do genoma
A P53 é uma proteína supressora de tumores que é considerada uma "guardiã do genoma" - ela impede alterações genômicas.
Mais da metade de todos os cânceres humanos desabilitam a proteína P53.
"O estudo mostrou que o estresse crônico leva à redução prolongada dos níveis de P53," disse Makoto Hara, coautor do estudo. "Nossa hipótese é que esta é a razão para as irregularidades cromossômicas encontradas nestes camundongos cronicamente estressados."
O estudo mostrou que a infusão do composto semelhante à adrenalina durante quatro semanas em camundongos causou a degradação da P53, que estava presente em níveis mais baixos ao longo do tempo.
O estudo também mostrou que o dano ao DNA foi evitado em camundongos sem beta-arrestina 1. A perda da beta-arrestina estabilizou os níveis celulares da P53 no timo, um órgão que responde fortemente ao estresse agudo ou crônico, e nos testículos, onde o estresse pode afetar o genoma da prole.